Patrulha Maria da Penha de PG é referência em estudo do TCE
A Guarda Civil Municipal de Ponta Grossa foi destaque em estudo do Tribunal de Contas do Estado do Paraná sobre enfrentamento à violência contra a mulher. O modelo de relatório de atendimentos da Patrulha Maria da Penha foi apontado como boa prática. Atualmente, 779 mulheres com medidas protetivas são acompanhadas na cidade.

A Guarda Civil Municipal de Ponta Grossa foi apontada como referência em um estudo do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) sobre enfrentamento à violência contra a mulher. O levantamento analisou 12 cidades paranaenses e destacou o modelo de relatório de atendimentos da Patrulha Maria da Penha como uma boa prática. O documento foi considerado um instrumento relevante para o planejamento e aprimoramento das políticas públicas na área.
O estudo do Tribunal ressaltou que a sistematização periódica das informações qualifica a gestão municipal, subsidia o monitoramento das medidas, amplia o diagnóstico da violência no território e fortalece a rede de proteção. A iniciativa da Guarda Municipal de Ponta Grossa, portanto, serve como importante ferramenta para o aprimoramento das políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher.
Reconhecimento do TCE-PR
A atuação da Guarda Civil Municipal da Prefeitura de Ponta Grossa foi apontada como destaque em um estudo sobre enfrentamento à violência contra a mulher realizado pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná em 12 cidades paranaenses. Entre as ações observadas, o modelo de relatório de atendimentos realizados pela Patrulha Maria da Penha foi considerado uma das boas práticas do estudo.
Segundo o Tribunal, o relatório é um “instrumento relevante para o planejamento e aprimoramento das políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher”. A sistematização periódica dessas informações qualifica a gestão municipal, subsidia o monitoramento das medidas, amplia o diagnóstico da violência no território e fortalece a rede de proteção.
Patrulha acompanha 779 mulheres
Atualmente, a Patrulha Maria da Penha acompanha 779 mulheres com medidas protetivas de urgência (MPU) em Ponta Grossa. O trabalho consiste no monitoramento e atendimento às vítimas de violência doméstica que possuem decisão judicial de proteção.
O número reflete a abrangência do serviço na cidade e a demanda por políticas de proteção à mulher. A atuação da Guarda Municipal, nesse contexto, busca garantir o cumprimento das medidas e oferecer suporte às mulheres em situação de vulnerabilidade.
Compromisso com a comunidade
Para o secretário de Cidadania e Segurança Pública de Ponta Grossa, Guilherme Rangel, o reconhecimento é fruto do compromisso do Município em fortalecer a segurança pública em seus mais diversos âmbitos, prezando sempre pela integração e pelo contato direto com a comunidade. A declaração reforça a importância da proximidade entre o poder público e a população.
Segundo o inspetor comandante da Guarda Civil Municipal, Alessandro de Macedo, a atuação cidadã e o compromisso em acolher as mulheres vítimas de violência fazem parte da identidade da instituição. Ele destacou que a Guarda busca, de forma contínua, qualificar e capacitar os agentes para um atendimento humanizado e eficiente.
Impacto regional
O estudo do TCE-PR abrange 12 municípios paranaenses e coloca Ponta Grossa em posição de destaque no enfrentamento à violência contra a mulher. A cidade, localizada na região dos Campos Gerais, serve como exemplo para outras localidades que buscam aprimorar suas políticas públicas na área.
A sistematização de dados e a atuação integrada da Guarda Municipal são apontadas como fatores que contribuem para a eficácia das ações. O reconhecimento do Tribunal reforça a importância de investimentos contínuos em segurança pública e proteção à mulher.
O Portal Boca no Trombone continuará acompanhando os desdobramentos dessa iniciativa e outras ações de segurança pública em Ponta Grossa e região.
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