O podcast Pode Ser Feliz trouxe um episódio com o convidado Rômulo Cury, apresentado como “arquiteto de celebrações” e também colunista social, para falar sobre um tema que atravessa o dia a dia de muita gente: a felicidade como algo real, possível e presente em pequenos instantes.
Logo na abertura, a anfitriã Wagnilda Lucia reforça a proposta do programa: trazer a felicidade para o foco, lembrando que “tudo o que a gente foca cresce”. O episódio também convida o público a participar de um sorteio ligado ao podcast, com uma imersão ao vivo de três horas, em que a audiência pode enviar a mensagem “eu quero ser feliz” pelo WhatsApp indicado no próprio programa.
Na entrevista, Rômulo Cury responde à pergunta central do podcast — “você é feliz?” — e compartilha uma visão construída a partir de experiências pessoais marcadas por perdas significativas. Segundo ele, a felicidade não é um estado permanente, mas fragmentos: momentos simples que ganham valor quando a pessoa aprende a reconhecê-los. Entre os exemplos citados, estão gestos de carinho e presença, como um abraço em um dia difícil, e situações cotidianas, como uma conversa ou um café com alguém verdadeiro.
Ao longo do episódio, o convidado também explica como seu trabalho com eventos — incluindo casamentos, festas de 15 anos e celebrações corporativas — se conecta com essa ideia de felicidade. Ele descreve a festa como uma experiência, construída ao longo de meses (e, em alguns casos, anos), e defende que produzir um evento é lidar com o sonho de alguém, exigindo cuidado e excelência, já que aquele momento não se repete.
Em outro trecho, o entrevistado comenta como, em um período delicado de luto, ele encontrou apoio emocional ao se dedicar ainda mais ao que faz, buscando colocar “na alegria dos outros” uma forma de sustento para seguir em frente. A conversa reforça que o podcast não trabalha uma “felicidade tóxica”, mas uma felicidade ligada à vida real — com dor, reconstrução e crescimento.
O episódio encerra com uma dica prática para o período de festas e encontros de fim de ano: celebrar o agora com quem se ama, usando o melhor que se tem em casa, sem transformar celebração em consumo. Para Rômulo, preparar uma mesa e receber bem é um ato de amor que cria memórias — e são essas memórias que aquecem o coração quando os momentos difíceis chegam.
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