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Preço do gás de cozinha aumenta: veja como isso impacta consumidores e revendedores em Ponta Grossa

Saiba tudo sobre o novo aumento no preço do gás de cozinha em Ponta Grossa. Empresário local explica os motivos e dá dicas para economizar no dia a dia.

Preço do gás de cozinha aumenta: veja como isso impacta consumidores e revendedores em Ponta Grossa
Foto: Luísa de Andrade
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O bolso do consumidor paranaense sofre mais um golpe nesta semana. O preço do gás de cozinha em Ponta Grossa deve subir após o comunicado oficial do Sindicato dos Revendedores das Distribuidoras de Gás do Estado do Paraná (Sinregás/PR). O reajuste, motivado pela alta nos custos operacionais e pelos recentes leilões da Petrobras, reflete aumentos que podem chegar a R$ 34,00 nas unidades maiores, como o P45.

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O IMPACTO NAS REVENDAS LOCAIS

Para o empresário Hélio Cristofoli Junior, que atua no setor há quase uma década em Ponta Grossa, o cenário é desafiador. Em entrevista ao BNT News, Hélio destacou que as revendas já vinham absorvendo custos desde o início do ano. “No começo de 2026, tivemos o ajuste do ICMS e o aumento do óleo diesel. Muitos revendedores em Ponta Grossa não repassaram esses valores em janeiro por ser um mês de vendas baixas, mas agora o repasse integral se torna inevitável”, explica.

A logística é o principal vilão dos preços. Como o gás é transportado da base de Araucária até as revendas locais, o preço do diesel impacta diretamente o frete. Além disso, o custo da entrega domiciliar também subiu devido à manutenção dos veículos e combustíveis.

QUANTO VAI CUSTAR O BOTIJÃO?

Os valores repassados pelas distribuidoras variam conforme o tamanho do vasilhame:

  • P13 (residencial): Aumento médio de R$ 10,00.
  • P20: Reajuste de aproximadamente R$ 15,00.
  • P45 (industrial/comercial): Alta de até R$ 34,00.

DICAS PARA O CONSUMIDOR ECONOMIZAR

Mesmo com o aumento no preço do gás de cozinha em Ponta Grossa, o empresário ressalta que pequenas mudanças de hábito podem ajudar. “A população já vem se reinventando ao longo dos anos. Você tinha, alguns anos atrás, a média de um botijão de gás para uma família de 4 pessoas era em torno de 30 dias. Esse número subiu para 45 e eu acredito que já está passando mais de 70 dias o uso do botijão […] Uma dica importante que nós, revendedores, sempre passamos é o pessoal ficar atento ao seu registro“, afirma Hélio.

A principal recomendação técnica é a revisão do regulador de pressão (a válvula do botijão) e da mangueira. Ambos possuem validade de 5 anos, se estiverem vencidos, podem causar vazamentos imperceptíveis que aumentam drasticamente o consumo e colocam a segurança da família em risco. Cozinhar com panelas tampadas e priorizar a panela de pressão também são estratégias eficazes para reduzir o gasto mensal.

Apesar da alta nos valores, o setor garante que não há risco de desabastecimento na região, tranquilizando os consumidores quanto à disponibilidade do produto nas portarias.

Confira a fala do empresario:

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Luísa de Andrade
Autoria
Luísa de Andrade
Jornalista formada pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), com experiência em produção de conteúdo jornalístico, apuração de pautas e cobertura de temas de interesse público. Atua na elaboração de reportagens multimídia, produção de textos informativos e cobertura de eventos, com foco em jornalismo local.
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