Prisão preventiva de Bolsonaro: Moraes cita risco de fuga em nova decisão do STF

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Fabiano Blageski
Fabiano Blageski
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A prisão preventiva de Bolsonaro voltou ao centro das atenções neste sábado (22) após nova decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado determinou o cumprimento imediato da medida por considerar que uma vigília convocada nas proximidades da residência onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar poderia gerar tumulto e facilitar uma “eventual tentativa de fuga do réu”.

Segundo Moraes, o Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal enviou um comunicado alertando sobre a violação do equipamento de monitoramento eletrônico utilizado por Bolsonaro. O relatório aponta registros de alteração no funcionamento da tornozeleira eletrônica durante a madrugada, indicando possível intenção de rompimento do dispositivo. Para o ministro, a eventual fuga poderia ser favorecida pela aglomeração convocada por um dos filhos do ex-presidente.

A decisão determina ainda que seja realizada uma audiência de custódia no domingo (23), por videoconferência, diretamente da Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal. Moraes também ordena a disponibilização de atendimento médico contínuo a Bolsonaro, além de exigir que todas as visitas sejam previamente autorizadas pelo STF — com exceção dos advogados e da equipe médica responsável pelo acompanhamento de saúde.

Outro ponto citado no documento é o caso do ex-deputado Alexandre Rodrigues Ramagem, condenado na mesma ação penal do núcleo da trama golpista. Segundo Moraes, Ramagem teria deixado o país para se furtar do cumprimento da pena, estando atualmente em Miami, nos Estados Unidos. O episódio foi usado como argumento adicional para reforçar o risco de fuga de Bolsonaro.

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A decisão também leva em conta a convocação feita por Flávio Bolsonaro, senador pelo PL, que chamou uma vigília de orações nas redes sociais para ocorrer em frente à residência do ex-presidente. Para o STF, essa movimentação poderia comprometer a segurança e o monitoramento do réu.

Condenado a 27 anos e três meses de prisão, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto, após descumprimento de medidas cautelares impostas pelo Supremo. Entre as restrições estavam o uso obrigatório da tornozeleira eletrônica, a proibição de acessar embaixadas e consulados, de manter contato com diplomatas estrangeiros e de usar redes sociais direta ou indiretamente.

Leia também: Bolsonaro é preso pela PF na manhã deste sábado após decisão do STF

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