Arrecadação da Receita Federal cai 2,48% em outubro, em Ponta Grossa

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Yuri Silva
Yuri Silva
Sou formado em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Sou jornalista do portal BnT. Possuo aptidão em comunicação textual, verbal e afins. Possuo um apreço especial pelo jornalismo esportivo.
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A arrecadação da Receita Federal apresentou queda no mês de outubro de 2025, em Ponta Grossa. A Delegacia da Receita Federal do Brasil (DRF/Ponta Grossa), responsável por 64 municípios da região, arrecadou R$ 961.899.348, valor 2,48% menor que os R$ 986.384.434 registrados em outubro de 2024. Quando se considera o IPCA acumulado, a redução real atinge 7,28%.

No acumulado entre janeiro e outubro de 2025, o total arrecadado pela DRF/Ponta Grossa foi de R$ 8.956.479.085. O número representa uma queda nominal de 6,94% em comparação ao mesmo período de 2024, que somou R$ 9.624.143.217. Descontada a inflação, o recuo real chega a 11,52%.

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Arte DivulgaçãoReceita Federal

O desempenho da arrecadação em outubro na 9ª Região Fiscal — que abrange Paraná e Santa Catarina e impacta diretamente a região de Ponta Grossa — foi influenciado por uma série de fatores. Entre os destaques positivos está o aumento de 8,5% na arrecadação previdenciária, impulsionada pelo crescimento da massa salarial, que também avançou 8,5% no período.

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Outro ponto relevante foi a alta de 12,5% na arrecadação de COFINS, PIS e Pasep, com contribuição do comércio atacadista, varejista e da indústria automotiva. O IRPJ e CSLL também tiveram crescimento conjunto de 4,1%, com melhores resultados nas empresas que apuram pelo Lucro Presumido.

Setores como Simples Nacional (+7,1%) e IRRF sobre rendimentos do trabalho (+9,3%) também apresentaram variações positivas. O IOF registrou aumento expressivo de 42,8%, puxado por operações de crédito para pessoas jurídicas.

Por outro lado, a arrecadação relacionada às importações apresentou queda significativa de 14%, influenciada por uma redução de 22,1% no volume de mercadorias em dólar na 9ª Região Fiscal. O IRPF também teve recuo de 4,2%, especialmente no item ganho de capital com venda de bens duráveis.

Os indicadores macroeconômicos regionais do IBGE reforçam o cenário: a produção industrial e as vendas do varejo mostram oscilações consistentes ao longo do ano, afetando diretamente o comportamento arrecadatório.

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Arte DivulgaçãoReceita Federal


*Com informações da Receita Federal

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