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Ponta Grossa

BNT Entrevista: Trio de professoras estão realizando pesquisa sobre o linguajar de PG

As professoras Maria Aparecida Carbonar, Marcia Dropa e Maria Izabel Sekula deram uma entrevista ao Portal BnT! sobre a pesquisa da linguagem de Ponta Grossa

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Reprodução
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 As professoras e pesquisadoras Maria Aparecida Carbonar, Marcia Dropa e Maria Izabel Sekula estiveram nos estúdios do Portal Boca No Trombone para uma entrevista exclusiva sobre a pesquisa que estão realizando e tem o objetivo de identificar quais as gírias, os palavrões, as expressões e as abreviações características da cidade de Ponta Grossa. O público que tiver interessado, pode participar clicando no link.

  Confira os destaques da entrevista:

  Além da identificação, a pesquisa é uma possibilidade de registrar o linguajar ponta-grossense como um patrimônio imaterial da cidade. De acordo com a professora Marcia Dropa, este registro ainda não existe no Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de Ponta Grossa. 

 “Que eu lembre das últimas verificações que eu vi na página do Conselho, não existe nada relativo, ainda, a linguagem. Por que não é tombado? A partir do momento que ninguém mais usar essas expressões, isso cai no esquecimento e deixa de ser um patrimônio imaterial em Ponta Grossa”, comenta Marcia.

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 A escolha das palavras que fazem parte da pesquisa, segundo a professora Maria Izabel Sekula, foi porque ela cresceu ouvindo este linguajar e também por conta da identificação das pessoas com a sua coleção de produtos que estampam a linguagem típica do município.

 “Na nossa família, nós costumamos falar esta linguagem. As pessoas também comentam sobre os produtos porque há identificação porque estampam o que o ponta-grossense fala”, explica Maria Izabel.

 O embasamento da pesquisa, conforme a professora Maria Aparecida Carbonar, é o livro ‘Jacu Rabudo: a linguagem coloquial em Ponta Grossa’, do autor Hein Leonardo Bowles e entrevistas. 

 “É tirar leite de pedra porque não temos dados registrados. Nós temos o livro ‘Jacu Rabudo’ e, para embasar mais a nossa pesquisa, nós estamos realizando entrevistas sobre o linguajar de Ponta Grossa”, conta Maria Aparecida.

 Veja a entrevista na íntegra:

Boca no Trombone
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