Bochechas, por Renata Régis Florisbelo
Passeio encantador. Um museu que recebia crianças curiosas por tantos objetos desconhecidos, adultos relembrando cenas com estes mesmos objetos conhecidos. Visita prometida há mais de um ano e aguardada no rol daqueles meses que tão vagarosamente se arrastaram. Eu também dentre os mais animados. Atenção no anfitrião que descrevia com desenvoltura as histórias ali guardadas […]

Passeio encantador. Um museu que recebia crianças curiosas por tantos objetos desconhecidos, adultos relembrando cenas com estes mesmos objetos conhecidos. Visita prometida há mais de um ano e aguardada no rol daqueles meses que tão vagarosamente se arrastaram. Eu também dentre os mais animados.
Atenção no anfitrião que descrevia com desenvoltura as histórias ali guardadas e compartilhadas, caixas de lenhas com peças de madeira ainda guardadas, relógios e vitrolas antigas em pleno funcionamento. Minha expressão de admiração e contemplação em alegria quase infantil em estar ali. A euforia ganhou acentuação quando por duas vezes durante a visita tive as bochechas apertadas (igual se faz com crianças) e a pergunta lançada: “Está gostando do passeio?”
Sim, eu estava gostando e com cara de criança feliz. Bochechas coradas em felicidade mais do que sutil…
Autoria: Renata Regis Florisbelo
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