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Caso Sassá: audiência marcada para esta segunda-feira é remarcada para abril de 2028

Até que haja decisão definitiva, o caso segue em tramitação na Justiça, e o acusado responde às acusações com fundamento no princípio constitucional da presunção de inocência

Caso Sassá: audiência marcada para esta segunda-feira é remarcada para abril de 2028
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O julgamento de Marcos Eduardo Rosa dos Santos, conhecido como repórter Sassá, que estava previsto para acontecer na tarde desta segunda-feira (29), no 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, no Fórum de Ponta Grossa, foi adiado. A audiência foi remarcada para 29 de abril de 2028, às 15h50, após alteração no expediente forense determinada pelo Tribunal de Justiça do Paraná em razão do jogo da Seleção Brasileira.

A informação foi confirmada pela defesa do jornalista, representada pelos advogados Adriel Andrade e Fernando Madureira.

Relembre o caso

O processo teve origem em fatos ocorridos na manhã de 22 de junho de 2025, em uma chácara localizada em Ponta Grossa.

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, Sassá teria agredido a então companheira com um tapa no rosto e provocado um arranhão em uma das mãos da vítima durante uma discussão. Ainda segundo a acusação, ele teria tomado o aparelho celular da mulher e o arremessado ao chão, causando danos ao equipamento.

Além dos crimes de lesão corporal e dano ao patrimônio, o repórter também responde por descumprimento de medida protetiva, relacionada à mãe da ex-companheira.

Desde o registro da ocorrência, o caso passou a tramitar na Justiça e aguardava a realização da audiência de instrução e julgamento.

Defesa destaca arrependimento e reparação do dano

Em nota encaminhada à imprensa, a defesa sustenta que o episódio foi um fato isolado e afirma que, logo após o ocorrido, Sassá pediu desculpas publicamente à vítima em demonstração de arrependimento.

Os advogados também informam que o jornalista entregou um aparelho celular novo à ex-companheira, reparando integralmente o prejuízo material decorrente do dano apontado na denúncia.

Ainda conforme a defesa, Marcos Eduardo Rosa dos Santos não possui antecedentes criminais e jamais respondeu anteriormente a qualquer ação penal, argumentando que o episódio não representa seu histórico de vida.

Nova data

Com a alteração do expediente do Poder Judiciário nesta segunda-feira, a audiência foi redesignada para 29 de abril de 2028, quando o processo deverá voltar à pauta do 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Ponta Grossa.

Até que haja decisão definitiva, o caso segue em tramitação na Justiça, e o acusado responde às acusações com fundamento no princípio constitucional da presunção de inocência.

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Boca no Trombone
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