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Enfermeiro sobrevive após ser atravessado por bastão e caminha 16 km

David Cifaldi, enfermeiro de 32 anos, foi atravessado por um bastão de caminhada durante trilha no Granite Peak, em Montana. Apesar do ferimento, caminhou 16 km por mais de seis horas até receber socorro. Ele decidiu não retirar o objeto para evitar hemorragia, e após cirurgia, agradece o apoio dos amigos.

Enfermeiro atravessado por bastão sobrevive e caminha 16 km
Crédito: R7
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Unindo resistência física e conhecimento profissional, o enfermeiro David Cifaldi, de 32 anos, sobreviveu a um acidente impressionante durante uma trilha no Granite Peak, a montanha mais alta do estado americano de Montana. Atingido por um bastão de caminhada que atravessou seu corpo, ele caminhou 16 quilômetros por mais de seis horas até receber atendimento médico.

O susto no pico de Montana

O incidente ocorreu enquanto Cifaldi percorria a imponente trilha do Granite Peak, destino que atrai aventureiros por sua imponência. A fonte não detalhou o momento exato em que o bastão o atingiu, a parte do corpo perfurada ou as condições climáticas no momento do acidente. Sabe-se que, logo após ser ferido, o enfermeiro manteve a calma e usou sua formação para avaliar a gravidade da lesão. “Ele usou sua experiência para avaliar o próprio ferimento”, confirmam as informações.

Com o bastão ainda alojado, a análise fria da situação foi determinante.

Decisão crucial evita hemorragia

Diante do risco de uma perda de sangue potencialmente fatal, Cifaldi tomou uma atitude que especialistas em emergência consideram acertada: não remover o objeto. “Ele decidiu não remover o bastão para evitar hemorragia”, acrescenta a mesma fonte. Essa conduta segue o princípio dos primeiros socorros de nunca retirar corpos estranhos de ferimentos profundos — conhecimento que o profissional de saúde tinha bem consolidado.

A escolha estabilizou o quadro e permitiu que ele iniciasse a longa jornada em busca de ajuda.

Seis horas de caminhada com o bastão no corpo

Com o apoio constante de amigos que o acompanhavam, o enfermeiro desceu a montanha percorrendo aproximadamente 16 quilômetros. O trajeto, que em condições normais já exigiria esforço, tornou-se um teste de resistência: foram mais de seis horas até conseguirem acesso a um hospital.

A fonte não especificou se houve contato com serviços de emergência durante o percurso, mas reiterou que o socorro médico só foi alcançado após a extenuante caminhada. A força de vontade do enfermeiro e o suporte dos companheiros foram fundamentais para que ele chegasse vivo ao destino.

Cirurgia e recuperação

Hospitalizado, David Cifaldi passou por uma cirurgia para a remoção segura do bastão e reparo dos danos internos. Detalhes sobre o procedimento ou o tempo de internação não foram divulgados. Sabe-se, porém, que ele sobreviveu e está em processo de recuperação.

Uma campanha solidária foi criada para auxiliar nos custos médicos, indicando que a comunidade se mobilizou para apoiá-lo nesse momento delicado. Os organizadores não revelaram a meta ou o valor arrecadado até o momento.

Agradecimento e lição

Reconhecendo o papel decisivo dos amigos, Cifaldi fez questão de expressar sua gratidão. “Após cirurgia e recuperação, Cifaldi agradece aos amigos”, registra a nota.

O episódio, tão surpreendente quanto inspirador, chama a atenção para a importância do preparo em atividades ao ar livre e reforça como o conhecimento profissional e a rede de apoio podem ser determinantes para superar adversidades extremas.

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Equipe de jornalismo do BnT Online, cobrindo Ponta Grossa e os Campos Gerais.
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