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Jovem morre após reação a contraste em exame

Uma jovem de 22 anos faleceu após reação alérgica durante tomografia com contraste em Rio do Sul (SC). Reações graves são raras, mas exigem cuidados especiais em pacientes com histórico de alergias ou condições pré-existentes.

Jovem morre após reação a contraste em exame: riscos e cuidados
Crédito: g1.globo.com
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Uma jovem de 22 anos morreu após sofrer reação alérgica durante tomografia com contraste em Santa Catarina. O incidente ocorreu em Rio do Sul nesta sexta-feira (22), destacando os riscos associados a substâncias usadas para melhorar a visualização em exames médicos. Embora eventos fatais sejam incomuns, a tragédia serve como alerta para a importância de protocolos de segurança e avaliação prévia dos pacientes.

Resumo em tópicos

  • Uma jovem de 22 anos morreu após sofrer reação alérgica durante tomografia com contraste em SC
  • A taxa de reações graves ao gadolínio usado em ressonâncias é em torno de 0,001%
  • Reações leves ao contraste iodado moderno ocorrem em até 3% dos pacientes
  • O contraste é uma substância química à base de iodo, bário ou gadolínio
  • Casos graves de reação ao contraste iodado variam de 0,01% a 0,04%

O que é o contraste e como ele age no corpo

O contraste é uma substância química à base de iodo, bário ou gadolínio, administrada antes ou durante exames para melhorar a visualização de órgãos e tecidos. Cada tipo de exame exige um contraste diferente, adaptado às necessidades específicas de imagem. Esses agentes funcionam realçando estruturas internas, permitindo diagnósticos mais precisos em procedimentos como tomografias e ressonâncias magnéticas.

Entenda os riscos e a frequência das reações

Os contrastes podem provocar reações adversas em alguns pacientes, variando de leves a graves. Reações leves ao contraste iodado moderno ocorrem em até 3% dos pacientes, enquanto casos graves variam de 0,01% a 0,04%. Para o gadolínio, usado em ressonâncias, a taxa de reações graves é em torno de 0,001%, indicando que a maioria dos procedimentos é segura, mas não isenta de perigos.

Grupos mais vulneráveis e cuidados necessários

Pacientes com histórico de alergias diversas ou de asma estão entre os grupos mais vulneráveis a reações adversas. Além disso, indivíduos renais e cardíacos exigem cuidados redobrados com contraste. Nos rins, há risco de sobrecarga ou lesão associada ao contraste iodado, e nos cardíacos, qualquer reação grave pode gerar instabilidade hemodinâmica mais acentuada, potencialmente levando a complicações sérias.

Sinais e sintomas que exigem atenção imediata

Os sintomas de uma reação adversa ao contraste podem surgir imediatamente ou em até algumas horas após o exame. É crucial que pacientes e familiares estejam atentos a quaisquer alterações no bem-estar, como dificuldades respiratórias ou reações cutâneas. Em casos de emergência, a rapidez no atendimento pode ser determinante para evitar desfechos trágicos.

Medidas preventivas e protocolos de segurança

Antes do exame, os profissionais devem realizar uma entrevista detalhada com o paciente para identificar fatores de risco. Durante o procedimento, a equipe mantém prontos adrenalina, corticoides, anti-histamínicos e equipamentos de suporte ventilatório para intervir rapidamente se necessário. Após o exame, a recomendação geral é manter boa hidratação para acelerar a eliminação do contraste pelos rins, reduzindo potenciais complicações.

Alternativas para pacientes com histórico de alergia

Em casos de histórico de alergia comprovada ao contraste, existem alternativas como ressonância magnética sem contraste, tomografia simples ou ultrassonografia. Se o contraste for indispensável, médicos podem prescrever uma pré-medicação com corticoides e anti-histamínicos para minimizar os riscos. Essas opções permitem que exames essenciais sejam realizados com maior segurança, adaptando-se às necessidades individuais.

Dúvidas Frequentes

Quais são os sintomas comuns de reação ao contraste?

Os sintomas podem incluir desde coceira e vermelhidão até dificuldades respiratórias, variando em intensidade e tempo de aparecimento.

Quem deve evitar o uso de contraste?

Pacientes com alergias conhecidas, problemas renais ou cardíacos devem discutir alternativas com seus médicos antes de se submeterem a exames.

Existe como prevenir completamente as reações?

Não é possível eliminar totalmente os riscos, mas a avaliação prévia e medidas preventivas reduzem significativamente a probabilidade de eventos adversos.

O que fazer em caso de suspeita de reação?

Buscar atendimento médico imediato é essencial, especialmente se houver sintomas graves como inchaço ou falta de ar.

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Boca no Trombone
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