Justiça revoga prisão de mulheres investigadas por morte no Cara-Cará em Ponta Grossa
Prisões revogadas em Ponta Grossa: Justiça solta duas mulheres investigadas pela morte de Jocemar Messias no bairro Cara-Cará.

A prisão revogada em Ponta Grossa de duas mulheres investigadas pela morte de Jocemar Messias foi confirmada pela Justiça nesta quinta-feira (7). As suspeitas haviam sido detidas na última terça-feira (5) por suposto envolvimento no homicídio ocorrido no bairro Cara-Cará, mas novas provas apresentadas pela defesa resultaram na revogação das prisões temporárias.
Segundo o advogado Renato Tauille, responsável pela defesa das investigadas, os novos elementos apresentados no inquérito comprovaram que ambas não tiveram participação direta no crime. Com a decisão judicial, as mulheres irão responder ao andamento das investigações em liberdade.
Em declaração ao Portal BnT, Tauille afirmou que o Poder Judiciário analisou as novas informações juntadas aos autos e concluiu que não havia elementos suficientes para manter as prisões temporárias das suspeitas.
“O Poder Judiciário na tarde de hoje revogou a prisão temporária de duas mulheres presas na última terça-feira suspeitas do envolvimento no crime de homicídio e carbonização do corpo da vítima Josemar no bairro Cara-Cará. A defesa trouxe novas informações aos autos de inquérito policial que comprovaram que ambas categoricamente não tiveram qualquer participação nesse homicídio. As duas agora aguardam a conclusão das investigações em liberdade”, declarou o advogado.
O caso é investigado pela Polícia Civil do Paraná, sob coordenação do delegado Luís Timossi. Conforme o inquérito, o homicídio ocorreu no dia 22 de março de 2026, dentro de um estabelecimento comercial localizado no bairro Cara-Cará, em Ponta Grossa.
As investigações apontam que Jocemar Messias teria sido agredido e morto no local. Na sequência, o corpo foi levado no próprio veículo da vítima e posteriormente carbonizado.
A Polícia Civil trabalha com a hipótese de participação de várias pessoas no crime, incluindo possível ocultação de cadáver e tentativa de dificultar o trabalho investigativo por meio de versões contraditórias apresentadas durante o inquérito.
Mesmo com a decisão de liberdade das duas mulheres, a investigação segue em andamento para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer completamente a dinâmica do homicídio registrado em Ponta Grossa.
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