Lula: canal no WhatsApp superará exércitos de potências
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta quinta-feira (22.out.2026) que o canal ‘Exército do Lula’ no WhatsApp superará os exércitos de China, Rússia e Estados Unidos. A fala ocorreu durante transmissão ao vivo com o deputado André Janones (Rede-MG), na reta final do 2º turno contra Flávio Bolsonaro (PL).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (22.out.2026) que China, Rússia e Estados Unidos ficarão “envergonhados” com o tamanho do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp. A declaração foi feita durante transmissão ao vivo ao lado do deputado federal André Janones (Rede-MG), que administra o canal. A live buscou mobilizar apoiadores na reta final do segundo turno das eleições presidenciais contra o adversário Flávio Bolsonaro (PL).
“Possivelmente a China, a Rússia, os Estados Unidos vão ficar envergonhados, porque o nosso exército vai ser muito maior”, disse Lula. A fala repercutiu imediatamente nas redes sociais e entre analistas políticos, que destacaram o uso de metáforas militares em um contexto eleitoral acirrado.
Contexto da transmissão ao vivo
A live foi organizada com o objetivo de engajar a militância digital e ampliar o alcance do canal no WhatsApp, plataforma amplamente utilizada pela campanha do PL. O formato de transmissão ao vivo foi explorado com foco maior nas redes sociais, segundo a fonte. A presença de Janones, conhecido por sua atuação nas mídias digitais, reforçou a estratégia de comunicação direta com o eleitorado.
O canal “Exército do Lula” é gerido pelo deputado e tem sido usado para disseminar conteúdo de campanha, convocações e mensagens de mobilização. A transmissão ocorreu em um momento decisivo, a poucos dias da votação final, quando cada voto pode definir o resultado.
Vídeo: YouTube | Fonte: www.poder360.com.br
Comparação com exércitos internacionais
Ao citar China, Rússia e Estados Unidos, Lula utilizou uma hipérbole para dimensionar o potencial de mobilização de seus apoiadores. A comparação, embora simbólica, chamou atenção por envolver três potências militares globais. O presidente não apresentou números ou projeções concretas sobre o tamanho do canal, limitando-se à afirmação de superioridade numérica.
Especialistas em comunicação política ouvidos pela reportagem (a fonte não detalhou os nomes) avaliam que a retórica busca inflar o sentimento de pertencimento e força coletiva entre os seguidores. A estratégia de criar um “exército” virtual não é nova, mas ganha contornos específicos no contexto brasileiro de polarização.
Contraposição ao “exército do mal”
Lula contrapôs o canal a um “exército do mal” e defendeu que o movimento que representa está voltado à construção, não à destruição. “O nosso exército está em uma luta para construir uma sociedade harmoniosa, uma sociedade amorosa, uma sociedade, sabe, que constrói, não destrói. Uma sociedade que vai distribuir livro, vai distribuir cultura e não armas e nem ódio. É esse exército que precisa derrotar o exército do mal”, disse.
A fala reforça a narrativa de campanha do PT, que busca associar o adversário a valores negativos e apresentar Lula como agente de pacificação e cultura. A menção a “livros” e “cultura” em oposição a “armas” e “ódio” é um aceno direto a pautas progressistas e ao eleitorado mais jovem.
Convocação ampla de apoiadores
O presidente convocou apoiadores de todas as faixas etárias, sem restrições. “Eu tenho certeza que eu vou contar com cada soldado, homem ou mulher, adolescente ou pessoa idosa, porque no nosso exército não tem limite, tem apenas vontade, tem apenas garra, tem apenas disposição de vencer”, afirmou.
A mensagem inclusiva visa ampliar a base de voluntários digitais, incentivando o compartilhamento de conteúdo e a participação ativa na campanha. A referência a adolescentes e idosos indica uma tentativa de alcançar diferentes perfis demográficos no WhatsApp, aplicativo de uso massivo no Brasil.
Repercussão e análise
A declaração gerou reações imediatas nas redes sociais, com apoiadores compartilhando trechos da live e críticos questionando o tom bélico. A fonte não detalhou respostas oficiais dos países citados nem da campanha adversária. O uso de linguagem militar em campanhas políticas é comum, mas a comparação com exércitos estrangeiros adiciona um elemento inusitado ao discurso.
Para o leitor de Ponta Grossa e região, a disputa presidencial tem impacto direto em políticas públicas federais que afetam os Campos Gerais, como investimentos em infraestrutura, educação e saúde. O engajamento digital pode influenciar a mobilização local de voluntários e a disseminação de informações sobre propostas.
Próximos passos da campanha
Com o segundo turno se aproximando, a campanha de Lula deve intensificar as transmissões ao vivo e o uso do canal no WhatsApp para converter indecisos e garantir comparecimento às urnas. A fonte não detalhou a agenda oficial do presidente para os próximos dias. A expectativa é de que novas lives sejam realizadas com foco em temas regionais e no contraste de propostas.
O portal Boca no Trombone continuará acompanhando os desdobramentos da corrida eleitoral e seus reflexos no Paraná. Fique atento às próximas publicações para análises e atualizações em tempo real.
Fonte
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