Lula tem desaprovação de 50% e 47% aprovam, diz pesquisa Meio/Ideia
Pesquisa Meio/Ideia mostra Lula com 50% de desaprovação e 47% de aprovação; levantamento entrevistou 2.000 pessoas com margem de erro de 2,2%

Uma nova pesquisa de opinião divulgada nesta terça-feira pelo instituto Meio/Ideia aponta que a desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontra em 50%, enquanto 47% dos entrevistados afirmaram aprovar a atuação do chefe do Executivo federal, resultado que configura um empate técnico dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O levantamento foi realizado entre os dias 8 e 12 de janeiro de 2026, por meio de entrevistas por telefone com 2.000 pessoas, e possui nível de confiança de 95%, conforme registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06731/2026.
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Além da avaliação pessoal sobre o presidente, o estudo também perguntou aos participantes se Lula “merece continuar” no governo. Nessa questão, 50% disseram que ele não deve prosseguir no cargo, enquanto 46,9% afirmaram que ele deve permanecer à frente do Planalto e 3,1% não souberam responder ao questionamento.
Os números revelam um cenário de divisão entre os eleitores brasileiros no início do ano eleitoral de 2026, com a desaprovação numericamente à frente da aprovação, ainda que dentro da margem de erro estatístico.
A pesquisa Meio/Ideia é um dos primeiros levantamentos divulgados no ano que medem a percepção do eleitorado sobre o desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que assumiu seu terceiro mandato em janeiro de 2023. Embora a diferença entre aprovação e desaprovação seja pequena, a proporção de desaprovação indica um desafio político para o governo, especialmente em um momento em que a avaliação popular passa a ser um elemento relevante na antecipação do cenário eleitoral.
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O levantamento inclui ainda um percentual de entrevistados que não souberam responder ou optaram por não responder às perguntas sobre a avaliação do presidente e sua continuidade no cargo, somando cerca de 3% em ambas as perguntas, o que reforça o equilíbrio técnico entre as duas posições, considerando também a margem de erro da pesquisa.
*Texto escrito com informações da CNN Brasil























