Marcelo Rangel rebate ação que pede sua inelegibilidade e mantém confiança na Justiça Eleitoral
Marcelo Rangel refuta ação do MPE que pede sua inelegibilidade, afirma que não houve abuso nos meios de comunicação e confia na Justiça Eleitoral.

O deputado estadual Marcelo Rangel (PSD) se posicionou publicamente sobre a ação movida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) que pede sua inelegibilidade por oito anos, devido à acusação de abuso de poder nos meios de comunicação durante as eleições municipais de 2024. O processo foi iniciado pela coligação ‘Ponta Grossa em Primeiro Lugar’, liderada por Aliel Machado Bark (PV), e alega o uso indevido da Rádio Mundi Paraná Ltda. para beneficiar a candidatura de Rangel à Prefeitura de Ponta Grossa.
Em seu posicionamento oficial, Marcelo Rangel respeitou o parecer do MPE, mas refutou as acusações, destacando que o processo foi movido por um “notório adversário político”. Ele enfatizou que a acusação de uso indevido de meios de comunicação é equivocada e que as críticas da rádio à sua candidatura estavam no âmbito de uma imprensa livre, como assegurado pela Constituição Federal.
Posicionamento de Marcelo Rangel:
“Em relação ao parecer do Ministério Público Eleitoral na ação proposta na Justiça Eleitoral, respeito o seu posicionamento, mas não concordo com os pontos destacados. Esse processo foi movido por um notório adversário político e acredito que o Ministério Público esteja equivocado em sua interpretação dos fatos, como o teve no caso da impugnação do registro de minha candidatura, que posteriormente foi revisto por unanimidade pelo TRE/PR.
Jamais houve qualquer abuso ou uso indevido de qualquer meio de comunicação para a minha campanha, sendo comum no município de Ponta Grossa o posicionamento mais crítico das rádios, sem que isso tivesse como objetivo prejudicar ou beneficiar qualquer candidato, mas sim retratar o descontentamento e a crítica pública, o que é normal no campo de uma imprensa livre, como assegurado pela Constituição Federal.
Com serenidade, confiamos em uma justa análise do caso pela Justiça Eleitoral, com o julgamento improcedente desta ação.”
A ação, que também cita familiares de Marcelo Rangel e outros envolvidos, alega que houve a instrumentalização da programação da Rádio Mundi Paraná Ltda. para favorecer sua candidatura, mas o promotor responsável pelo caso, Antonio Juliano Souza Albanez, não viu elementos suficientes para punir os familiares mencionados, como o pai Nilson Paulino de Oliveira e a mãe Maria Luíza da Conceição Cruz de Oliveira.
A decisão do Ministério Público, se acatada pela Justiça Eleitoral, pode tornar Marcelo Rangel inelegível para qualquer cargo público por até oito anos, o que ele contesta enfaticamente. O ex-prefeito de Ponta Grossa e atual deputado estadual confia na revisão do processo e segue acreditando em uma análise justa por parte da Justiça Eleitoral.
Rangel e seus aliados políticos aguardam a decisão final sobre o caso, enquanto continuam reforçando a legalidade de suas ações durante a campanha de 2024.
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