PG estima R$ 1 bilhão para a Saúde e Educação em 2026

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Vinicius Sampaio
Vinicius Sampaio
Sou formado em Jornalismo na Universidade Estadual de Ponta Grossa. Sou repórter do jornal Boca no Trombone, responsável por policial, esportes e política. Facilidade em comunicação visual, textual e verbal. Possuo conhecimento e um apreço especial por jornalismo de dados.
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A Prefeitura de Ponta Grossa realizou, nesta quinta-feira (31), uma audiência pública para apresentar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), na Câmara Municipal. O secretário municipal da fazenda, Cláudio Grokoviski, conversou com a imprensa momentos antes do evento e destacou uma estimativa de quase R$ 1 bilhão para a Saúde e Educação em 2026. 

As áreas de Saúde e Educação constam entre as cinco prioritárias no Plano Plurianual (PPA), delimitadas a partir de consulta pública, juntamente com Segurança Pública, Pavimentação e Esporte e Lazer. 

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A reportagem do Portal BnT questionou o secretário a respeito dos recursos previstos para os setores para o próximo ano. Em resposta, Grokoviski estima que os recursos beiram a casa de R$ 1 bilhão apenas para Saúde e Educação. 

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“Certamente, esses setores onde a população indica um valor maior, indica necessidade maior, terão um aporte maior de recursos para 2026. Nós estamos falando a nível de educação e saúde, o orçamento para 2026 vai chegar a quase 1 bilhão somente para educação e saúde”, diz. 

O secretário reafirmou que o Município trabalha para conquistar o orçamento acima de R$ 2 bilhões para 2026. “Mesmo ainda não entendendo os efeitos do que foi votado ontem nesta Casa, a gente entende que para 2026 Ponta Grossa terá um orçamento acima de R$ 2 bi, ainda aquém de cidades como Londrina e Maringá”

Reajuste fiscal 

Grokoviski também abordou a respeito da aprovação dos projetos de reajuste fiscal, aprovados em duas sessões na última quarta-feira (31), pela Câmara Municipal de Ponta Grossa. Ele destacou que o Município ainda não recebeu as emendas propostas pelos vereadores e que o impacto orçamentário não foi estipulado. 

“Quando o município receber da Câmara Municipal aquilo tratado pela Câmara Municipal a nível de emendas, nós iremos fazer as análises. Vamos ver se cabe sanção ou veto. Aquilo que for possível será sancionado e aquilo que não for possível, será vetado”, diz Grokoviski.

Entenda as modificações aos projetos de Reajuste Fiscal clicando aqui.

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