Polícia Civil prende mãe e filho envolvidos em espancamento em Irati
PCPR cumpre prisões por espancamento em Irati após ataque brutal que deixou vítima com deformidades permanentes.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu, nesta quarta-feira (1º), mandados de prisão preventiva relacionados a um caso de espancamento em Irati, nos Campos Gerais, que deixou uma vítima com lesões graves e deformidades permanentes.
A ação resultou na prisão de uma mulher, de 52 anos, e de seu filho, de 22, investigados pelos crimes de lesão corporal gravíssima e corrupção de menores. O caso ocorreu no final de fevereiro, no bairro Vila Matilde.
De acordo com as investigações, o crime aconteceu na noite do dia 27 de fevereiro de 2026. A vítima, um homem de 54 anos, foi alvo de uma emboscada em frente à própria residência. Dois veículos — um Citroën C4 prata e um Gol preto — cercaram o carro do homem, momento em que um grupo de aproximadamente dez pessoas iniciou uma sequência de agressões.
A vítima foi atingida com socos e chutes e acabou ficando inconsciente. Em decorrência do espancamento, o homem sofreu fraturas na região do rosto, perdeu dentes e ficou com deformidades permanentes.
As apurações conduzidas pela 41ª Delegacia Regional de Polícia apontam que o ataque teria sido motivado por desavenças familiares antigas. A principal suspeita, ex-companheira da vítima, é apontada como possível mandante do crime e também teria participado das agressões ao lado de familiares.
Segundo a PCPR, mensagens trocadas por aplicativo e depoimentos de testemunhas indicam que o grupo teria planejado a ação com antecedência, com a intenção inicial de intimidar a vítima. No entanto, o plano acabou evoluindo para um ato de violência extrema.
Diante da gravidade do caso de espancamento e da periculosidade dos envolvidos, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva dos principais suspeitos, medida que foi autorizada pela Vara Criminal do município.
Durante o cumprimento dos mandados, os policiais também apreenderam um aparelho celular, que será periciado para aprofundar as investigações e identificar outros possíveis participantes do crime.
Após serem interrogados, os suspeitos foram encaminhados ao sistema penitenciário, onde permanecem à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforça que denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos números 197 e 181, contribuindo para a prevenção e elucidação de crimes na região.
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