PrEP HIV: o que é, indicação e uso

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A PrEP HIV é um método de prevenção da infecção pelo vírus HIV, também conhecido como Profilaxia Pré-Exposição ao HIV. Ela é indicada para pessoas com alto risco de contato com o vírus, servindo para prevenir a infecção em indivíduos com risco aumentado.

Esse método consiste no uso de antirretrovirais, que impedem que o vírus se multiplique no organismo, prevenindo a infecção.

O que é a PrEP e como funciona

A PrEP, ou Profilaxia Pré-Exposição ao HIV, é uma estratégia de prevenção que envolve o uso de medicamentos antirretrovirais. Esses remédios atuam impedindo a entrada do vírus HIV nas células e sua posterior multiplicação, bloqueando assim a infecção.

Medicamentos utilizados na PrEP

Exemplos de antirretrovirais usados na PrEP são:

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  • Tenofovir + entricitabina
  • Injeção de cabotegravir
  • Lenacapavir

A PrEP pode ser feita com o uso de comprimidos contendo entricitabina + fumarato de tenofovir desoproxila para uso diário, oferecendo uma opção de proteção contínua.

Aprovações da Anvisa

A Anvisa aprovou a PrEP com o remédio cabotegravir (Apretude) na forma de comprimidos e solução injetável. A agência reguladora também aprovou a injeção subcutânea de lenacapavir (Sunlenca) para a PrEP, ampliando as alternativas disponíveis.

Essas aprovações representam avanços significativos na oferta de métodos preventivos, proporcionando mais flexibilidade para os usuários.

Para quem a PrEP é indicada

A PrEP é indicada para pessoas que têm alto risco de entrar em contato com o vírus HIV. Entre os grupos específicos, estão homens que fazem sexo com outros homens, conforme dados disponíveis.

Perfis de indicação

Ela também é recomendada para:

  • Indivíduos que frequentemente têm relações sexuais (anais ou vaginais) sem camisinha
  • Pessoas que têm relação sexual sem preservativo com alguém infectado pelo HIV e não em tratamento ou com tratamento incorreto
  • Pessoas com episódios frequentes de infecções sexualmente transmissíveis
  • Pessoas que fizeram uso repetido da PEP (profilaxia pós-exposição)

Essas indicações ajudam a direcionar o método para quem mais precisa, maximizando seu impacto na saúde pública.

Pré-requisito importante

Antes de iniciar a PrEP, o infectologista deve confirmar através de exames de sangue que a pessoa não está infectada pelo HIV, garantindo a segurança do tratamento.

Como a PrEP é administrada

Os comprimidos de tenofovir + entricitabina podem ser usados na PrEP em adultos ou crianças a partir dos 15 anos de idade e que pesem 35 Kg ou mais, não infectados pelo HIV.

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Essa opção de uso diário oferece uma rotina simples para a prevenção, exigindo adesão consistente para ser eficaz.

Formas de administração disponíveis

A Anvisa aprovou também:

  • Cabotegravir em comprimidos e solução injetável
  • Injeção subcutânea de lenacapavir

Essas variações na administração permitem que os profissionais de saúde personalizem a abordagem conforme as necessidades de cada paciente.

A escolha do método deve considerar fatores como preferência individual, frequência de exposição ao risco e acompanhamento médico regular.

Supervisão médica

É essencial que o uso seja supervisionado por um especialista, que monitora a eficácia e possíveis efeitos colaterais. Dessa forma, a PrEP se torna uma ferramenta valiosa na luta contra o HIV, complementando outras medidas de prevenção.

Limitações e considerações importantes

A PrEP não previne a gravidez, destacando a necessidade de métodos contraceptivos adicionais para quem deseja evitar a concepção.

O que a PrEP não previne

Ela também não previne a transmissão de outras infecções sexualmente transmissíveis, como:

  • Clamídia
  • Gonorreia
  • Sífilis

Por isso, a PrEP deve ser vista como parte de uma estratégia mais ampla de saúde sexual, combinada com práticas seguras e exames regulares.

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Aspectos práticos

Além disso, antes de iniciar a PrEP, é fundamental que o infectologista confirme através de exames de sangue que a pessoa não está infectada pelo HIV, evitando complicações.

A fonte não detalhou informações sobre custos ou disponibilidade no sistema público de saúde, aspectos que podem influenciar o acesso.

Essas considerações ajudam a contextualizar o uso da PrEP, garantindo que os benefícios sejam maximizados sem negligenciar outras medidas preventivas.

Conclusão

Em resumo, a PrEP representa um avanço significativo na prevenção do HIV, mas seu sucesso depende de uma abordagem integrada e consciente. Ela deve ser combinada com outras práticas de saúde sexual para proteção completa.

Fonte

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