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Prévia do PIB: Economia brasileira cresce 0,6% no 2º trimestre

O esquiador Lucas Pinheiro Braathen, de 24 anos, anunciou sua aposentadoria em outubro de 2023, poucos meses após conquistar o título mundial. Após desentendimentos com a Federação Norueguesa de Esqui, ele se filiou à Confederação Brasileira de Desportos na Neve e será o porta-bandeiras do Time Brasil na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, carregando a esperança de uma medalha inédita para a América Latina.

Prévia do PIB: Economia brasileira cresce 0,6% no 2º trimestre
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O esquiador alpino Lucas Pinheiro Braathen, de 24 anos, anunciou sua aposentadoria em outubro de 2023, surpreendendo o mundo dos esportes de inverno. A decisão veio poucos meses depois de ele conquistar o título mundial, em meio a desentendimentos com a Federação Norueguesa de Esqui por causa de direitos de imagem.

Agora, ele se prepara para representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno, com a abertura marcada para esta sexta-feira, 4.

Da Noruega ao Brasil: uma mudança inesperada

Nascido em Oslo, na Noruega, Lucas Braathen construiu sua carreira no esqui alpino sob a bandeira norueguesa. No entanto, após o anúncio da aposentadoria, ele conseguiu a liberação da Federação Norueguesa, por meio de uma carta, para se filiar à Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN).

Essa transição marca uma virada significativa em sua trajetória esportiva, permitindo que ele competisse por um novo país. A mudança ocorreu em um contexto de divergências com sua federação original, o que acelerou o processo de realocação.

Assim, o atleta decidiu que seria um fenômeno brasileiro, deixando para trás sua identidade norueguesa no esporte.

O papel na abertura dos Jogos de Inverno

Na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno, que começa às 16 horas, Lucas Braathen terá uma posição de destaque. Ele será o porta-bandeiras do Time Brasil no evento, representando a nação no estádio San Siro, na capital da moda, Milão.

Cerimônias simultâneas

A abertura conta com cerimônias simultâneas em Cortina d’Ampezzo e Milão, cidades que sediam os Jogos. Cortina d’Ampezzo, descrita como um paraíso dos esquiadores no norte da Itália, é um dos palcos centrais das competições.

Essa participação simbólica reforça sua nova identidade esportiva e o coloca sob os holofotes internacionais desde o início do evento.

A esperança de uma medalha inédita

A América Latina nunca conquistou uma medalha em uma Olimpíada de Inverno, um fato que coloca pressão adicional sobre os atletas da região. Há expectativa de que um competidor do Brasil mude essa história.

Lucas Braathen está sob os olhares da esperança brasileira de subir ao pódio inédito. Como astro do esqui alpino, sua experiência e talento são vistos como fatores-chave para quebrar essa sequência.

Palco histórico

Os Jogos de Milão e Cortina oferecem o palco ideal para essa conquista, atraindo atenção global para sua performance. Portanto, sua jornada não é apenas pessoal, mas carrega o peso de uma aspiração continental.

Comparações com Haaland e mentalidade vencedora

Lucas Braathen já foi chamado de “Haaland do esqui alpino” pelo tradicional jornal suíço Blick, uma referência ao atacante do Manchester City, Erling Haaland. O esquiador não se incomoda com a comparação e, na verdade, se identifica com a mentalidade do jogador de futebol norueguês.

Ambos compartilhavam a responsabilidade de ser fenômenos do esporte norueguês, mas Lucas decidiu seguir um caminho diferente ao optar pelo Brasil. Essa afinidade com a postura competitiva de Haaland pode influenciar sua abordagem nas competições, buscando resultados expressivos.

Dessa forma, a analogia ressalta seu potencial e ambição no cenário esportivo.

Desafios e expectativas para os Jogos

Com 24 anos, Lucas Braathen está em uma fase crucial de sua carreira, equilibrando a transição para um novo país com as demandas de alto nível das Olimpíadas. Sua aposentadoria precoce e a mudança para o Brasil geraram curiosidade sobre como ele se adaptará ao Time Brasil e às competições.

Termos da filiação

A fonte não detalhou os termos exatos de sua filiação à CBDN, mas a liberação norueguesa foi um passo essencial. Agora, o foco está em sua performance nas pistas, onde ele buscará não apenas resultados pessoais, mas também fazer história para o esporte de inverno brasileiro.

A cerimônia de abertura é apenas o começo de uma jornada que promete emoção e, possivelmente, recordes.

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Equipe de jornalismo do BnT Online, cobrindo Ponta Grossa e os Campos Gerais.
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