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Ponta Grossa

Procon oferece orientações e apoio a consumidores prejudicados pela falta de água

O coordenador explica como consumidores podem solicitar ressarcimento por prejuízos com falta de águ

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Foto: BnT.
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O coordenador do Procon de Ponta Grossa, Naim Nasihgil Filho, participou de uma entrevista nesta terça-feira (29) no programa BNT News para esclarecer sobre as ações que estão sendo tomadas para ressarcir a população prejudicada pela falta de água no município. O problema, que afetou a cidade inteira, resultou em danos materiais para diversos consumidores, que agora podem ser indenizados.

Em colaboração com o Ministério Público, a Sanepar e o município, foi firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que visa garantir os direitos dos cidadãos que sofreram prejuízos. Entre as compensações previstas, estão a isenção de pagamento de contas de água referentes ao período de desabastecimento e o ressarcimento para quem teve gastos adicionais, como a contratação de caminhões-pipa.

Naim Nasihgil Filho destacou que todos os consumidores têm direito a um desconto de 50% na próxima fatura de água, que será gerada com base na leitura de agosto. Além disso, aqueles que adquiriram água ou tiveram outras perdas podem solicitar o ressarcimento apresentando documentos que comprovem os gastos.

O Procon de Ponta Grossa está disponibilizando atendimento ao público no Clube Goiaíra, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h30, e também por meio de e-mail ([email protected]) e telefone (151). A orientação é que os consumidores reúnam a documentação necessária antes de fazer o pedido de ressarcimento, que pode ser protocolado tanto na Sanepar quanto no Procon.

O coordenador ressaltou que o Procon será responsável por fiscalizar o cumprimento do TAC e garantiu que a entidade está à disposição para ajudar os consumidores a buscar seus direitos. “É fundamental ter a comprovação do prejuízo para que o ressarcimento seja realizado”, afirmou Naim Nasihgil Filho.

Além do caso envolvendo a Sanepar, o Procon também orienta a população sobre outros direitos do consumidor, como o caso de compras com valores abusivos. O órgão está disponível para análise de situações em que o preço de produtos possa ser considerado injusto, conforme a legislação de defesa do consumidor.

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Eduardo Freitas
Autoria
Eduardo Freitas
Jornalista, bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pelo Centro Universitário Santa Amélia (UNISECAL). Com ampla experiência em veículos de comunicação, já atuou em televisão, rádio e portais de notícias. Atualmente, é repórter do Portal BnT e integra o time de apresentadores do BnT News, onde se destaca pela versatilidade e compromisso com a informação de qualidade.
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