Sandro Alex é, hoje, a face mais visível do governo Ratinho Júnior. Deputado de Ponta Grossa, tornou-se o principal nome associado às grandes obras e carrega, como poucos, a identidade da atual gestão.
A questão que se coloca, porém, não é apenas política — é eleitoral. Sandro teria, de fato, mais força que outros pré-candidatos? O governo, ao que tudo indica, dispõe desses números internamente. Ainda assim, apostar em um nome com pouca experiência em disputas majoritárias sempre envolve um certo grau de risco.
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Há também um fator delicado dentro da própria base aliada. A definição de uma candidatura pode gerar ruídos internos. O tabuleiro é amplo e envolve diferentes interesses — governo, vice e Senado — e qualquer movimento fora do esperado pode provocar desgastes entre aliados.
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Nos bastidores, prefeitos sinalizam que Sandro teria um perfil mais agregador do que Guto Silva. Ao mesmo tempo, já circulam articulações que apontam para Alexandre Curi no Senado e Cristina Graeml como vice, desenhando uma possível chapa pura.
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É justamente aí que surge a dúvida central: montar uma chapa sem a participação de outros partidos representa demonstração de força ou pode se transformar em um isolamento estratégico?


















