Servidores de Ponta Grossa paralisam em frente à Prefeitura e cobram reajuste salarial

Mais Lidas

Luísa de Andrade
Luísa de Andradehttp://www.bntonline.com.br
Jornalista formada pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), com experiência em produção de conteúdo jornalístico, apuração de pautas e cobertura de temas de interesse público. Atua na elaboração de reportagens multimídia, produção de textos informativos e cobertura de eventos, com foco em jornalismo local.
- Publicidade -

A manhã desta quarta-feira (8) registra um cenário de forte mobilização e pressão popular no Centro de Ponta Grossa. Servidores públicos municipais ocupam a frente do Paço Municipal em uma paralisação que interrompe as atividades da categoria. O movimento, liderado pelo SindServ PG, acontece em tempo real e busca forçar uma saída para o impasse nas negociações da data-base de 2026.

Últimas de Ponta Grossa e região

IMPASSE NAS NEGOCIAÇÕES E REIVINDICAÇÕES DA CATEGORIA

O clima de tensão que se vê agora na sede da Prefeitura é reflexo de 42 dias de espera por uma resposta oficial. O presidente do sindicato, Luiz Eduardo Pleis, reforça que a proposta foi protocolada ainda no final de fevereiro, mas o silêncio administrativo motivou o cerco ao prédio público nesta manhã. Os servidores buscam não apenas a recomposição da inflação, mas também um aumento real de 15% nas tabelas salariais e um reajuste de 50% no vale-refeição. Além das questões financeiras, o grupo exige revisões urgentes nos planos de cargos e melhorias gerais nas condições de trabalho, alegando que o funcionalismo acumulou perdas que precisam ser sanadas imediatamente.

- Publicidade -

A JUSTIFICATIVA DA PREFEITURA E O CENÁRIO ECONÔMICO

Enquanto o protesto ganha volume do lado de fora, a Prefeitura Municipal sustenta que o cumprimento integral das exigências é inviável no atual cenário financeiro. Em entrevista ao BNT News nesta quarta-feira, o secretário da Fazenda, Cláudio Grokoviski, buscou tranquilizar a categoria ao afirmar que o município cumprirá rigorosamente o que determina a lei, garantindo a reposição do índice inflacionário baseado no IPCA acumulado. No entanto, o secretário ponderou que pedidos de aumentos reais na casa dos 10% ou 15% não condizem com a realidade econômica nacional e municipal. Grokoviski destacou que o Executivo enfrenta quedas em repasses estratégicos como o IPVA e o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o que limita a margem de negociação para valores acima da inflação.

Confira a live ao vivo:

Veja mais

Secretário afirma cumprimento da lei em reajuste dos servidores de PG

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

COMENTE SOBRE ESSA NOTÍCIA

Por favor digite seu comentário!

- Publicidade -

Últimas Notícias

WhatsApp Entre em nosso
Grupo de Whatsapp

Quer receber as Newsletter BnT?

Cadastre-se e receba um e-mail exclusivo com as principais notícias do Portal Boca no Trombone.

    - Publicidade -