Trump divulga imagem como “presidente interino da Venezuela” após intervenção dos EUA
Donald Trump publicou uma imagem nas redes sociais em que aparece como “presidente interino da Venezuela”, após intervenção militar dos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou neste domingo (11) nas redes sociais uma imagem em que é apresentado como “presidente interino da Venezuela”, em um post que circula sem explicações adicionais sobre seu significado ou alcance oficial.
A postagem, feita em um layout semelhante ao de uma ficha biográfica digital, inclui uma foto oficial de Trump acompanhada de datas e cargos atribuídos simbolicamente ao republicano, associando-o ao comando do país sul-americano.
O compartilhamento dessa imagem ocorre mais de uma semana após os Estados Unidos realizarem uma intervenção militar em solo venezuelano, que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Essa intervenção, registrada no início de janeiro, marcou uma escalada significativa nas relações entre Washington e Caracas.
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Além da imagem com a autoidentificação como presidente interino, Trump também tem feito declarações sobre a situação política e econômica da região. Neste domingo, por exemplo, ele afirmou que Cuba deixará de receber petróleo e recursos financeiros venezuelanos, defendendo que essa perda de apoio pode provocar mudanças no regime cubano — um comentário que amplia o alcance da discussão sobre influência norte-americana no Caribe.
A imagem compartilhada por Trump não foi acompanhada de explicações oficiais e não representa uma nomeação reconhecida por autoridades internacionais ou pelo próprio governo venezuelano.
É importante notar que, legalmente e constitucionalmente na Venezuela, a vice-presidente Delcy Rodríguez foi proclamada presidente interina após a intervenção e captura de Maduro, segundo decisões do tribunal local.
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A publicação de Trump gerou ampla repercussão nas redes sociais e na imprensa internacional, sendo classificada em alguns veículos como uma imagem provocativa ou simbolicamente alterada, em vez de uma declaração formal de autoridade sobre o país.
Esse movimento ocorre em meio a um momento delicado para a política hemisférica, com debates sobre soberania, intervenção militar e a legitimidade de líderes estrangeiros em situações de crise política.
*Texto escrito com informações do Metrópoles























