TV 3.0: veja o que muda na televisão aberta com nova tecnologia

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A pouco mais de dois meses da Copa do Mundo de Futebol, o Brasil se prepara para dar um passo importante na modernização da televisão aberta com a chegada da TV 3.0. A nova tecnologia começa a operar em junho nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, trazendo uma proposta que une transmissão tradicional e internet em um único sistema.

A novidade foi detalhada em uma palestra técnica promovida pela Agência Nacional de Telecomunicações, que apresentou as principais mudanças previstas para o setor. O encontro foi conduzido pelo pesquisador Marcelo Moreno, da Universidade Federal de Juiz de Fora, que destacou a transformação do televisor em uma plataforma de aplicativos, com mais interatividade e qualidade de imagem.

Entre os recursos mais relevantes está o Sistema de Alerta de Emergência. A ferramenta permitirá o envio de avisos urgentes diretamente na tela da TV, de forma imediata e com base na localização do usuário — mesmo que o aparelho esteja em modo de espera. A funcionalidade é considerada estratégica para a segurança pública, possibilitando alertas sobre desastres naturais, como tempestades e inundações, com precisão por região.

O evento, realizado nesta terça-feira (7) de forma online pela plataforma Teams, foi organizado pelo gabinete do conselheiro Octavio Pieranti e contou com a participação de representantes de conselhos ligados à agência. Na abertura, Pieranti reforçou a importância da colaboração entre diferentes instâncias para ampliar o debate e a divulgação do novo modelo de televisão.

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Já o diretor do Ministério das Comunicações, Tawfic Awwad Júnior, classificou a TV 3.0 como um avanço com impacto social. Segundo ele, o governo federal já estuda formas de viabilizar a distribuição de conversores para famílias de baixa renda a partir de 2027.

A nova tecnologia também representa uma mudança significativa na forma de acessar conteúdos. De acordo com Marcelo Moreno, a TV 3.0 será totalmente orientada por aplicativos, integrando de maneira fluida o sinal de radiodifusão com a internet. Isso deve impactar inclusive os controles remotos dos aparelhos, que passarão a contar com um botão dedicado ao sistema. A interface será centralizada na plataforma DTV+, que funcionará como porta de entrada para os conteúdos das emissoras.

Outro diferencial é a possibilidade de segmentação geográfica da programação. Com o uso de tecnologia avançada, emissoras poderão direcionar conteúdos e anúncios específicos para diferentes regiões, mesmo dentro da mesma rede de transmissão.

Atualmente em fase avançada de testes, a TV 3.0 integra um projeto de pesquisa e desenvolvimento que busca posicionar o Brasil na liderança global da modernização da radiodifusão. A expectativa é de que a nova tecnologia mude não apenas a forma de assistir TV, mas também a relação do público com o conteúdo, ampliando as possibilidades de interação e acesso à informação. (Com assessoria)

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