Xerifão colombiano: José Cuenú se torna o pilar da defesa do Fantasma

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Yuri Silva
Yuri Silva
Sou formado em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Sou jornalista do portal BnT. Possuo aptidão em comunicação textual, verbal e afins. Possuo um apreço especial pelo jornalismo esportivo. Faço parte da equipe do BnT Esporte Clube.
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O sotaque é colombiano, mas a firmeza dentro de campo já é bem conhecida pela torcida em Vila Oficinas. Natural de Guacarí, José Cuenú chegou ao Operário Ferroviário com a bagagem de quem vestiu camisas importantes como a do Millonarios, Tolima e Junior de Barranquilla. Aos 31 anos, o zagueiro não trouxe apenas experiência, mas a estabilidade que o Fantasma precisava para o setor defensivo.

Desde que o “xerifão” assumiu o comando da zaga, o sistema defensivo alvinegro ganhou uma nova perspectiva. Com a camisa do Operário, Cuenú já disputou 15 jogos, participando de 6 vitórias, 7 empates e apenas 2 derrotas. O impacto é visível nos números recentes: o Operário ostenta uma invencibilidade impressionante de 16 partidas, somando confrontos pelo Campeonato Paranaense, Copa do Brasil, Copa Sul-Sudeste (a qual o atleta não atuou) e Série B.

A consolidação 

A receita do sucesso parece passar pela continuidade. Cuenú formou, inicialmente, uma parceria “cafetera” com seu compatriota Jhan Pool. Na sequência da temporada, até o momento, mostrou versatilidade ao atuar ao lado de Miranda, mantendo o nível de segurança.

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A linha defensiva titular — composta por Vagner, Doka, Cuenú, Miranda e Moraes Jr. — tem sido o pilar de uma sequência importante. Na Série B, o clube conquistou 7 dos primeiros 9 pontos disputados. Já na Copa do Brasil, a solidez lá atrás foi determinante para garantir uma vaga inédita na 5ª fase da competição.

Em entrevista exclusiva ao portal BnT! Online, o zagueiro atribuiu a melhora coletiva à manutenção das peças e ao entrosamento. “A equipe melhorou muito na parte defensiva porque manteve a mesma linha de defesa na maioria dos jogos, e acredito que isso é muito importante. Cada jogador tem potencializado suas habilidades, e isso nos dá tranquilidade na hora de entrar em campo”, afirmou.

Adaptação e DNA do xerife

Com um vigor físico que impressiona, Cuenú se adaptou rapidamente ao estilo intenso do futebol brasileiro. Mas o sucesso não se restringe às quatro linhas; o bem-estar em solo paranaense tem sido um combustível extra.

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“Meu processo de adaptação está sendo excelente graças à minha força física e à minha velocidade na hora de defender. Ponta Grossa é uma cidade muito tranquila, com pessoas muito amáveis, e isso tem me ajudado bastante. Me sinto muito feliz aqui”, ressaltou o defensor.

O sonho do acesso

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O bom momento da defesa dá ao torcedor o direito de sonhar alto. E o defensor não esconde que o objetivo vai além de manter a meta invicta. Cuenú já projeta seu nome na história do clube com uma meta clara para o segundo semestre.

“Meu principal sonho agora é conseguir o acesso com o Operário à Série A e dar essa alegria à cidade e a toda a nossa torcida”, finalizou o colombiano.

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