Adolescente é apreendido após cometer estupro e maus-tratos a animais dentro de abrigo em Castro
Polícia Civil cumpriu mandado de internação na manhã de hoje (24). Menor foi transferido para Ponta Grossa e também responderá por bullying e depredação de patrimônio.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) deflagrou uma ação na manhã desta sexta-feira (24) que resultou na apreensão de um adolescente no município de Castro, na região dos Campos Gerais. O jovem foi alvo de um mandado judicial de internação provisória após cometer uma série de atos infracionais graves no interior de um abrigo institucional da cidade.
Ocorrências e Ameaça no Abrigo
As investigações conduzidas pela delegacia local revelaram um cenário de violência e violação de direitos dentro da instituição de acolhimento, o que exigiu uma resposta rápida das autoridades para garantir a segurança dos demais residentes.
De acordo com o relatório oficial da Polícia Civil, o mandado foi expedido em razão das seguintes práticas infracionais confirmadas:
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Estupro de vulnerável: O ato de maior gravidade foi praticado contra outra criança que também estava abrigada na instituição.
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Maus-tratos a animais: O adolescente foi flagrado agredindo uma cadela que vivia permanentemente nas dependências do abrigo.
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Intimidação sistemática (Bullying): O jovem praticava perseguição e violência psicológica frequente contra outra criança acolhida no local.
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Dano ao patrimônio público: O menor também causou prejuízos ao depredar a estrutura física do abrigo.
Encaminhamento e Medidas Legais
Diante do risco que o adolescente representava para o ambiente institucional e para as outras crianças em situação de vulnerabilidade, o cumprimento do mandado foi tratado como prioridade.
Após a apreensão formal em Castro, o jovem foi imediatamente transferido sob escolta para o Centro de Socioeducação Regional de Ponta Grossa (CENSE). No local, ele permanecerá internado à disposição da Vara da Infância e da Juventude, onde dará início ao cumprimento da medida socioeducativa correspondente à gravidade dos atos cometidos, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
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