Condutor nega ter fugido após atropelar cachorro em Uvaranas e apresenta sua versão dos fatos

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Lincoln Vargas
Lincoln Vargas
Jornalista pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, trabalho em diversas frentes da área jornalística, mas com uma paixão especial pelo mundo do esporte. Além de fazer parte da redação do Portal BNT, também atuo como repórter setorista do Operário Ferroviário e repórter freelancer.
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Após a denúncia realizada por moradores da Rua Cândido Borsato, no bairro Uvaranas em Ponta Grossa, sobre o atropelamento de um cachorro na tarde de quinta-feira (13), o motorista do veículo envolvido procurou a reportagem para apresentar sua versão dos fatos. Ele afirma que não fugiu da cena e que retornou ao local para verificar a situação do animal.

Segundo o condutor, o atropelamento ocorreu de maneira inesperada. Ele relata que o cachorro correu repentinamente para o meio da rua, aparentemente para avançar em outro animal. “O cachorro atravessou do nada na minha frente. Não tive como evitar”, declarou.

Ele conta que parou o carro, deu a volta na quadra e voltou ao ponto do acidente, onde encontrou vizinhos tentando ajudar o cão. “Uma vizinha colocou um pano no animal, e uma mulher e uma senhora começaram a cuidar dele. Achei que fossem as donas”, disse. O motorista afirma que um morador começou a acusá-lo e xingá-lo, o que o deixou nervoso e o fez se afastar do local após alguns minutos.

A esposa do condutor também se manifestou e reforçou que o marido não fugiu. “Afinal, ele não fugiu. Ele deu a volta e voltou ao local. Moramos perto e estamos à disposição para ajudar no que for necessário”, afirmou.

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Câmeras de segurança da região registraram o momento do atropelamento, e as imagens mostram o veículo atingindo o cachorro. Moradores alegam que o motorista não prestou socorro, enquanto o condutor afirma que tentou ajudar, mas foi hostilizado.

O animal, que havia sido adotado e posteriormente abandonado na rua por um morador da região, foi socorrido por voluntários e levado a uma clínica veterinária 24h. Ele sofreu fraturas e sangramentos, permanece internado e passará por exames antes de uma possível cirurgia. O estado é grave, porém estável.

Cachorro segue internado e precisa de cirurgia

O animal segue internado e passou por procedimentos de emergência, incluindo suturas em várias partes do corpo após sedação. Exames descartaram hemorragias internas, mas raio-x confirmou luxação coxofemoral bilateral, o que exige cirurgia. A equipe veterinária já busca orçamentos para viabilizar o procedimento.

De acordo com a legislação brasileira, deixar de prestar assistência a um animal ferido pode configurar crime ambiental. O caso agora segue para as autoridades responsáveis.

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