Deputado propõe cadastro voluntário de propriedades rurais para reforçar segurança no Paraná
O deputado estadual Marcelo Rangel (PSD), vice-líder do governo Ratinho Júnior na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), apresentou um projeto de lei que institui o cadastro voluntário de propriedades rurais como ferramenta de reforço à segurança no campo. A proposta parte de uma demanda crescente dos produtores e busca integrar ações de prevenção, vigilância e […]

O deputado estadual Marcelo Rangel (PSD), vice-líder do governo Ratinho Júnior na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), apresentou um projeto de lei que institui o cadastro voluntário de propriedades rurais como ferramenta de reforço à segurança no campo. A proposta parte de uma demanda crescente dos produtores e busca integrar ações de prevenção, vigilância e resposta rápida em situações de furto ou invasão em áreas rurais.
O cadastro, segundo Rangel, será totalmente voluntário e permitirá que agricultores registrem informações essenciais das suas propriedades, como localização exata, vias de acesso, produtos de maior valor e detalhes sobre máquinas, implementos e rebanhos. Esses dados poderão incluir fotos, coordenadas geográficas e números de série, o que deve facilitar o rastreamento e a recuperação de bens em caso de crime.
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Além do cadastro, o projeto também incentiva o uso de equipamentos de segurança modernos, como câmeras, alarmes, cercas reforçadas e dispositivos de rastreamento. O Poder Executivo poderá apoiar essas iniciativas, desde que haja disponibilidade orçamentária e participação das entidades envolvidas.
Outra novidade proposta por Rangel é a criação de uma rede de comunicação e alertas entre os produtores rurais cadastrados. A ferramenta poderá funcionar por aplicativo ou sistema online, permitindo que agricultores compartilhem ocorrências suspeitas em tempo real e ampliem a capacidade de prevenção.
O deputado reforça que o projeto não interfere nas ações já desenvolvidas pelas forças de segurança, como o Patrulha Rural, da Polícia Militar do Paraná. Segundo ele, o objetivo é complementar as iniciativas existentes e oferecer uma alternativa colaborativa. “Queremos criar um ambiente mais seguro no campo, com medidas integradas que não substituem o trabalho policial, mas o fortalecem”, destacou.
Rangel também garantiu que o cadastro voluntário de propriedades rurais respeita integralmente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando privacidade e confidencialidade aos produtores. Para ele, a modernização das estratégias de segurança rural exige tecnologia, cooperação e protagonismo dos próprios agricultores.
*Com informações da assessoria























