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Familia de jovem morto por policial militar em PG convida para Missa de Sétimo Dia

Acontece neste sábado (03) a missa de sétimo dia da morte do jovem Wanderson W. da Silva, 24 anos. Serão duas celebrações simultâneas: uma ocorre na Igreja Santa Terezinha em Ponta Grossa e a outra na Igreja Matriz Menino Jesus em Reserva, às 18 horas. Os familiares convidam parentes e amigos para a prestação de […]

Familia de jovem morto por policial militar em PG convida para Missa de Sétimo Dia
Familia de jovem morto por policial militar em PG convida para Missa de Sétimo Dia
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Acontece neste sábado (03) a
missa de sétimo dia da morte do jovem Wanderson W. da Silva, 24 anos. Serão
duas celebrações simultâneas: uma ocorre na Igreja Santa Terezinha em Ponta
Grossa e a outra na Igreja Matriz Menino Jesus em Reserva, às 18 horas. Os
familiares convidam parentes e amigos para a prestação de homenagem ao ente
querido.

Wanderson entrou em óbito após ser
baleado por um policial militar na madrugada de 28 de agosto, um domingo,
durante uma festa de confraternização que iniciara no dia anterior, em um
barracão localizado no Distrito Industrial Prefeito Cyro Martins. A vítima
morreu no local.

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Testemunhas informaram aos
agentes policiais que atenderam a ocorrência que o policial militar e Wanderson
discutiram. Em meio a troca de palavras ásperas, Wanderson teria feito menção
de atirar uma garrafa no desafeto. Este, teria, então, sacado a arma e atirado.
As mesmas testemunhas declararam que ouviram, pelo menos, três disparos.

Horas depois, o policial se apresentou
na 13ª Subdivisão Policial acompanhado de advogado. O delegado de plantão,
Derick Moura Jorge procedeu o interrogatório dele. O PM alegou que teve de
atirar porque seria atingido com uma garrafada por parte da vítima, afirmando
que agiu em legítima defesa. Após ter sido ouvido, ele foi liberado pela
autoridade policial, estando a responder o crime em liberdade.

O PM reside em Ponta Grossa, mas presta
serviço na 8ª Companhia Independente da Polícia Militar, Irati. Ele não
responderá procedimento disciplinar na corporação porque não estavam em serviço
quando ocorreu o feito. A Polícia Civil prossegue com o inquérito policial, que
tem prazo de 30 dias para ser concluído.

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