O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar na manhã desta sexta-feira (27), após permanecer internado por cerca de duas semanas no hospital DF Star, em Brasília. A saída da unidade de saúde ocorreu por volta das 10h, conforme informado pela equipe médica responsável pelo tratamento.
Logo após deixar o hospital, Bolsonaro seguiu para sua residência, onde passará a cumprir prisão domiciliar. A medida foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e tem validade inicial de 90 dias.
A internação teve início no dia 13 de março, quando o ex-presidente foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral por aspiração. O quadro clínico exigiu acompanhamento intensivo e uso de antibióticos, sendo considerado delicado no momento da admissão.
Durante o período de internação, Bolsonaro apresentou evolução gradual. Na última segunda-feira (23), ele deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), indicando melhora significativa no estado de saúde. Desde então, seguia em recuperação sob monitoramento médico.
Mesmo antes da alta hospitalar, na terça-feira (24), a Justiça já havia autorizado o cumprimento da prisão domiciliar. A decisão inclui uma série de restrições, como controle de visitas e limitação de contatos, medidas que devem ser rigorosamente seguidas durante o período determinado.
A alta hospitalar de Jair Bolsonaro marca uma nova etapa simultaneamente médica e jurídica. Enquanto encerra o ciclo de tratamento intensivo, inicia também o cumprimento de uma decisão judicial que mantém o ex-presidente sob vigilância.
O caso segue repercutindo no cenário político nacional, uma vez que envolve não apenas questões de saúde, mas também desdobramentos judiciais relevantes.
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