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Menino morre após tapa de professora em escola na Índia

Um menino de seis anos morreu após desmaiar ao levar um tapa da professora em uma escola particular de Visakhapatnam, na Índia. A agressão foi registrada por câmeras de segurança. A polícia investiga o caso, e o governo estadual criou comissão para acompanhar a apuração.

Menino morre tapa professora em escola na Índia
Crédito: DOL
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O caso

Um menino de seis anos morreu em Visakhapatnam, no estado de Andhra Pradesh, na Índia, após desmaiar ao levar um tapa da professora em uma sala de aula de uma escola particular. O episódio ocorreu na última quinta-feira, dia 20. A vítima foi identificada como Pranay Tej e estava na escola no momento do incidente.

Segundo as informações, a professora teria repreendido o aluno por não ter feito uma atividade de casa. As circunstâncias da agressão foram registradas pelas câmeras de segurança da instituição.

Imagens mostram repreensão e queda

De acordo com o relato, a professora puxou o uniforme da criança antes da agressão. As imagens mostram a docente repreendendo o menino e o segurando pelo uniforme, em um gesto de repreensão. Em seguida, a professora aplica o tapa no aluno.

Poucos segundos depois, Pranay perde os sentidos, cai e fica imóvel no chão da sala de aula. A cena, captada pelas câmeras de segurança, termina com o menino deitado e sem reação. As equipes da escola agiram em seguida para socorrer a criança.

Socorro e morte no hospital

Funcionários da instituição tentaram prestar os primeiros socorros imediatamente após a queda. Em seguida, levaram Pranay às pressas para o Hospital King George. A criança, porém, não resistiu e chegou à unidade de saúde já sem vida.

A causa exata da morte ainda não foi determinada pelas autoridades. A polícia abriu uma investigação depois que a família denunciou o caso.

Investigação e exames

As autoridades deverão analisar as imagens da escola, ouvir testemunhas e apurar a conduta da professora e da administração da instituição. A gravação, no entanto, não permite determinar se o golpe provocou diretamente a morte.

A polícia informou que a causa do óbito dependerá dos resultados da autópsia e de outros exames médicos.

Comissão do governo estadual

O governo de Andhra Pradesh também se mobilizou para acompanhar o caso e criou uma comissão com três integrantes para acompanhar a apuração. O ministro da Educação do estado afirmou que os responsáveis serão submetidos às medidas previstas em lei caso sejam identificadas irregularidades.

A medida ocorre em meio à cobrança da família por justiça.

Manifestações da família

Familiares fizeram manifestações em frente ao hospital e cobraram justiça. Segundo relatos da família, outros estudantes já teriam sido submetidos a punições físicas na mesma escola.

Próximos passos

As autoridades seguem apurando o caso, com a polícia analisando as imagens da escola e ouvindo testemunhas. Os resultados da autópsia e de outros exames médicos serão determinantes para esclarecer a causa da morte. O governo de Andhra Pradesh acompanha a apuração por meio da comissão criada. A família aguarda por respostas e por justiça.

O que a fonte não detalhou

A fonte não detalhou os seguintes pontos:

  • O nome da escola, a idade exata da professora e se a criança apresentava alguma condição médica pré-existente.
  • Se a professora tinha histórico de conduta semelhante.
  • O tempo decorrido entre a agressão e a chegada ao hospital, e se o hospital emitiu algum comunicado oficial.
  • O prazo previsto para a conclusão dos exames, se a professora prestou depoimento formal e se as imagens possuem áudio.
  • Os nomes dos integrantes da comissão, quando a comissão deve apresentar um relatório, se outros professores da instituição foram ouvidos e se a escola foi interditada ou se as aulas foram suspensas.
  • Quantas pessoas participaram dos protestos, se houve registros formais das punições anteriores, se a escola se pronunciou publicamente, se as manifestações foram pacíficas e se a família registrou boletim de ocorrência.
  • Se a professora permanece na escola durante a investigação e se a docente foi afastada das funções.

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Redação BnT
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Equipe de jornalismo do BnT Online, cobrindo Ponta Grossa e os Campos Gerais.
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