Mulher é presa em Reserva após furtar carteira, usar cartão da vítima e descumprir ordem judicial
Investigada teria descumprido medidas cautelares impostas pela Justiça. Prisão preventiva foi cumprida pela Polícia Civil nesta terça-feira (22)

Uma mulher de 52 anos foi presa preventivamente pela Polícia Civil do Paraná (PCPR), nesta terça-feira (22), no município de Reserva, nos Campos Gerais. Ela é investigada por envolvimento em uma série de furtos registrados na cidade, incluindo a subtração de produtos de um supermercado e o uso indevido de um cartão bancário pertencente a uma vítima.
A prisão ocorreu após o descumprimento de medidas cautelares anteriormente impostas pela Justiça. Diante da situação, o Ministério Público solicitou a revogação da liberdade provisória da investigada, pedido que foi acolhido pela Vara Criminal da Comarca de Reserva.
Furtos em supermercado e uso indevido de cartão
De acordo com as investigações da Polícia Civil, a mulher é suspeita de envolvimento em diferentes crimes contra o patrimônio registrados recentemente no município. Entre os casos apurados está o furto de produtos em um supermercado de Reserva. Em outra ocorrência, a investigada teria furtado uma carteira e utilizado o cartão bancário da vítima para realizar compras indevidas em diversos estabelecimentos comerciais da região.
Os episódios passaram a ser investigados pela PCPR, que reuniu informações sobre a possível participação da mulher nos crimes.
Justiça determina prisão preventiva
A decisão judicial que determinou a prisão preventiva levou em consideração o descumprimento das medidas cautelares impostas anteriormente, além do risco de a investigada voltar a cometer crimes. Segundo a Polícia Civil, a ordem judicial foi expedida com fundamento na garantia da ordem pública e no risco de reiteração delitiva, diante das infrações contra o patrimônio que estão sendo apuradas.
Após o cumprimento do mandado, a mulher foi encaminhada para a realização de exame de lesões corporais e, posteriormente, entregue ao sistema prisional. A investigada permanece à disposição da Justiça.
























