Nova diretora do Operário, Mônica Quadros promete mais integração com torcida e patrocinadores
Primeira mulher na diretoria do clube, Mônica destaca paixão pelo futebol, novos projetos sociais e fortalecimento da relação com a comunidade

Em entrevista ao Boca no Trombone, a nova diretora de Relacionamento do Operário Ferroviário, Mônica Quadros, falou sobre o desafio de ser a primeira mulher a integrar a diretoria do clube e revelou planos para aproximar patrocinadores, torcedores e ações sociais à realidade do Fantasma. “Futebol é paixão, e tudo que envolve paixão exige muita responsabilidade. Estou muito emocionada e animada com essa missão”, declarou Mônica.
Com passagens pela iniciativa privada e também no setor público, ela afirma que a nova função está alinhada com algo que já faz naturalmente: conectar pessoas.
Primeira mulher na diretoria do Operário
Ao destacar a importância do cargo, Mônica fez questão de lembrar o papel das mulheres no futebol — dentro e fora de campo. “Somos a maioria na arquibancada. Então, por que não também nas decisões? Espero que minha presença abra portas para outras mulheres ocuparem posições de liderança no esporte.”
Composta por 14 membros, a diretoria do clube agora conta com a presença feminina de Mônica, que vê nisso mais do que representatividade — uma mudança de cultura.
Projetos já estão em andamento
Apesar de estar há poucos dias no cargo, a diretora afirma que já iniciou reuniões com o restante da gestão e que as primeiras ações práticas serão implementadas nas próximas semanas, incluindo eventos organizados pelo clube com participação de patrocinadores, projetos sociais com foco em crianças e novas parcerias com empresas da região.
“As crianças têm um grande poder de decisão dentro de casa. Vamos trabalhar ações que envolvam os pequenos torcedores, com o objetivo de fortalecer o vínculo desde cedo com o Operário.”
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Relacionamento com a torcida será prioridade
Questionada sobre a relação com a apaixonada torcida operariana, Mônica garantiu que o departamento terá ações pensadas para manter o laço entre time e arquibancada. “Queremos que o torcedor se sinta pertencente ao clube. Esse sentimento de identidade com a cidade e com o time é essencial. Vamos trabalhar com projetos que valorizem essa conexão.”
Ela também comentou sobre a pressão do cargo, especialmente em um ambiente tão movido pela emoção quanto o futebol. “A gente aprende a lidar com os ‘corneteiros’. Mas muitas críticas vêm com boas ideias e sugestões construtivas. Estou aberta ao diálogo e acredito que tudo isso soma.”























