Paraná confirma dez casos de dengue no início de 2026
Na última semana epidemiológica de dois mil e vinte e cinco, em comparação com o boletim anterior, foram registrados mais setecentos e sessenta e nove casos de dengue

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná divulgou nesta terça-feira (13) dois informes epidemiológicos sobre arboviroses urbanas, referentes às semanas epidemiológicas de um a cinquenta e três de dois mil e vinte e cinco e à primeira semana epidemiológica de dois mil e vinte e seis. No início deste novo ano epidemiológico, até o dia sete de janeiro, foram notificados trezentos e oitenta e quatro casos suspeitos de dengue, com dez confirmações no Estado.
Na última semana epidemiológica de dois mil e vinte e cinco, em comparação com o boletim anterior, foram registrados mais setecentos e sessenta e nove casos de dengue. Com isso, o ano epidemiológico de dois mil e vinte e cinco foi encerrado com trezentas e cinco mil quinhentas e noventa e quatro notificações, noventa e dois mil seiscentos e vinte casos confirmados e cento e quarenta e cinco óbitos em decorrência da doença no Paraná.
De acordo com a Sesa, treze municípios não registraram casos de dengue ao longo de dois mil e vinte e cinco: Agudos do Sul, Campo do Tenente, Coronel Domingos Soares, Doutor Ulysses, Godoy Moreira, Goioxim, Itaperuçu, Quitandinha, Fernandes Pinheiro, Paulo Frontin, Porto Vitória e Rio Azul. Entre eles, Fernandes Pinheiro se destacou por não apresentar sequer notificações suspeitas da doença durante todo o período.
Ao todo, trezentos e noventa e oito municípios paranaenses apresentaram notificações de dengue, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e trezentos e oitenta e sete cidades confirmaram casos da doença.
Regiões com mais casos
As regionais de saúde com os maiores números de casos confirmados no período epidemiológico de dois mil e vinte e cinco foram:
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Décima sétima Regional de Saúde de Londrina, com vinte e dois mil seiscentos e cinquenta e três casos;
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Décima quarta Regional de Saúde de Paranavaí, com treze mil e trinta e um casos;
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Décima quinta Regional de Saúde de Maringá, com onze mil quinhentos e setenta e sete casos;
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Décima nona Regional de Saúde de Jacarezinho, com seis mil setecentos e cinco casos;
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Décima segunda Regional de Saúde de Umuarama, com cinco mil trezentos e cinquenta casos.
Outras arboviroses
O boletim da Sesa também apresenta dados sobre chikungunya e zika, doenças igualmente transmitidas pelo Aedes aegypti. Em dois mil e vinte e cinco, foram confirmados seis mil e noventa casos de chikungunya, com oito óbitos, a partir de onze mil quinhentas e sessenta notificações.
Em relação ao vírus zika, o Estado registrou duzentas e sete notificações, sem nenhuma confirmação da doença no ano passado.
Febre oropouche
A Secretaria de Estado da Saúde divulgou ainda os números da febre oropouche em dois mil e vinte e cinco. Foram cento e setenta e nove notificações e cento e cinquenta casos confirmados no Paraná. Desses, cento e quarenta e sete são autóctones, sendo cento e quarenta e quatro em Adrianópolis, dois em Morretes e um em Guaratuba. Já os casos importados somam três registros, com um em Arapongas, com local provável de infecção no Espírito Santo, e dois em Maringá, com local provável de infecção em Minas Gerais.
A febre oropouche é causada pelo vírus Orthobunyavirus oropoucheense, transmitido principalmente pelo inseto Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora.
Situação em dois mil e vinte e seis
Segundo a Sesa, até o momento não há registros de chikungunya, zika ou febre oropouche em dois mil e vinte e seis. O ano epidemiológico de dois mil e vinte e seis teve início em quatro de janeiro, e os dados da primeira semana epidemiológica ainda estão em fase de consolidação, podendo sofrer alterações em boletins futuros.
O boletim completo da dengue está disponível para consulta nos canais oficiais da Secretaria de Estado da Saúde.
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