A Polícia Penal do Paraná esclareceu, por meio de uma nota enviada, na manhã desta quinta-feira (5), ao Portal BnT Online, que o homem preso por disparo de arma de fogo em Ponta Grossa, na noite de quarta-feira (4), não é policial penal. Segundo a instituição, o indivíduo atua como monitor de ressocialização prisional, contratado por uma empresa terceirizada que presta serviços ao Estado.
De acordo com a nota oficial, o episódio “ocorreu fora do horário de serviço e sem qualquer relação com as atividades institucionais da Polícia Penal do Paraná”. A assessoria reforça ainda que os fatos estão sendo apurados pelas autoridades responsáveis e que a instituição permanece à disposição para colaborar com todas as etapas de investigação.
O caso teve início durante um campeonato de futebol realizado no Residencial David Federmann, em Ponta Grossa, na quarta-feira (4). Testemunhas relataram que uma discussão entre participantes do evento evoluiu rapidamente para agressões físicas. Na sequência, uma perseguição envolveu diferentes pessoas presentes no local.
Dois adolescentes, de 14 e 15 anos, ficaram feridos em meio à confusão. Eles foram atendidos pelo Corpo de Bombeiros e encaminhados à UPA Uvaranas, apresentando sinais de violência física decorrentes da briga inicial.
O monitor de ressocialização preso por disparo de arma de fogo estava no local e acabou se envolvendo no tumulto. Após a briga, ele deixou a região em uma motocicleta Honda Hornet, acompanhado do irmão, um adolescente. Segundo informações, os dois passaram a ser perseguidos por um motorista de Ford EcoSport, que chegou a atropelá-los.
Durante a ação, o monitor sacou uma arma de fogo e efetuou disparos contra o veículo. Nenhuma pessoa foi atingida. O advogado de defesa, Dr. Helian Kosloski, afirmou que seu cliente agiu em legítima defesa, alegando que ambos estavam sendo atacados e corriam risco de morte.
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