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Política

Prefeitura intensifica cobranças à Sanepar por falta d’água em Ponta Grossa

Entre as medidas adotadas, está a notificação à Agepar solicitando a intervenção da agência reguladora.

ReuniaoPMPGSanepar_Mar2025
Divulgação
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O Município de Grossa intensificou as cobranças à Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) devido aos recorrentes problemas no abastecimento de água na cidade. Nesta segunda-feira (17), secretários municipais e representantes da Câmara Municipal participaram de uma reunião com a diretoria da concessionária para buscar explicações sobre as falhas no serviço.

A administração municipal convocou o encontro diante das interrupções no fornecimento de água registradas no domingo (16) e na segunda-feira (17). Durante a reunião, a Sanepar informou que o desabastecimento foi causado por problemas na obra de captação no Rio Pitangui. A companhia se comprometeu a divulgar uma nota técnica com mais detalhes até o fim da noite e a priorizar o abastecimento de escolas, CMEIs e postos de saúde ao longo da madrugada.

Leia mais: Reunião entre diretores da Sanepar e lideranças de PG ocorre neste momento

O Procurador-Geral do Município, Gustavo da Matta, destacou a necessidade de transparência na comunicação da empresa e da adoção de medidas imediatas para garantir o fornecimento regular de água. O presidente da Câmara Municipal, vereador Julio Küller, e o presidente da CPI da Sanepar, vereador Guilherme Mazer, também reforçaram a importância da fiscalização e da busca por soluções.

Medidas

Antes da reunião, a Prefeitura enviou ofícios à Sanepar e à Agência Reguladora de Serviços Públicos do Paraná (Agepar) exigindo informações antecipadas sobre futuras interrupções no abastecimento e esclarecimentos sobre divergências na lista de bairros afetados. O documento também questiona o descumprimento da exigência de aviso prévio de cinco dias para a população.

Entre as medidas adotadas pelo município estão:

  • Convocação da diretoria da Sanepar para explicação presencial sobre as falhas recentes.
  • Notificação à Agepar solicitando a intervenção da agência reguladora.
  • Cobrança de esclarecimentos sobre a divulgação de bairros afetados pelo desabastecimento.
  • Estabelecimento de prazo de 24 horas para a Sanepar justificar os problemas.
  • Possível aplicação de multa de 10% do faturamento bruto mensal da empresa em caso de descumprimento contratual.

*Com informações da Assessoria 

Boca no Trombone
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