O retorno da Sanepar sobre fatura exorbitante em Ponta Grossa foi enviado à redação do BnT Online nesta quinta-feira (20), após a repercussão do caso publicado ontem, quinta-feira (19), envolvendo uma moradora do Jardim Maracanã.
Na quinta-feira, a reportagem trouxe o relato de uma mulher de 49 anos, viúva e mãe de duas crianças, que afirmou estar há cerca de um mês sem abastecimento de água. Inscrita no CadÚnico, com consumo médio de 7 metros cúbicos mensais e renda aproximada de R$ 700 provenientes de benefício social, ela questionou os valores acumulados em faturas e os parcelamentos realizados.
Após a publicação e a repercussão nas redes sociais, a companhia se manifestou. Segundo o comunicado encaminhado à reportagem, a ligação possui “várias situações específicas” que serão explicadas diretamente à cliente.
Entre os pontos citados pela Sanepar estão débitos e serviços parcelados incluídos na fatura, além de acúmulo de valores decorrente de períodos sem leitura do hidrômetro. A empresa informou que essas ausências teriam ocorrido por falta de acessibilidade ao imóvel ou bloqueio do equipamento. Também foram mencionados parcelamentos de inadimplência anteriores.
A companhia classificou o caso como “bastante peculiar” e afirmou que uma equipe está empenhada em auxiliar a moradora, realizando atendimento presencial para prestar esclarecimentos e orientar sobre os procedimentos necessários.
A reportagem seguirá acompanhando o caso e atualizará as informações conforme novos desdobramentos.
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