STF mantém prisão preventiva de Jair Bolsonaro por unanimidade

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Lincoln Vargas
Lincoln Vargas
Jornalista pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, trabalho em diversas frentes da área jornalística, mas com uma paixão especial pelo mundo do esporte. Além de fazer parte da redação do Portal BNT, também atuo como repórter setorista do Operário Ferroviário e repórter freelancer.
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A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro foi mantida por unanimidade pelos ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), em sessão virtual extraordinária nesta segunda-feira (24). Bolsonaro está preso desde o sábado (22), em uma sala da Polícia Federal (PF) em Brasília, após ter tentado violar sua tornozeleira eletrônica com um ferro de solda. Durante a audiência de custódia, ele confessou o ato e alegou que isso foi causado por “paranoia” devido ao uso de medicamentos.

O julgamento foi presidido pelo ministro Alexandre de Moraes, que foi o relator do caso. Ele determinou a prisão preventiva de Bolsonaro com base na tentativa de fuga do ex-presidente, facilitada por uma vigília convocada por seu filho, o senador Flávio Bolsonaro. Moraes argumentou que a manifestação convocada na área residencial em que Bolsonaro estava cumprindo prisão domiciliar poderia gerar uma confusão e facilitar a fuga do ex-presidente, comprometendo a aplicação da lei penal.

O voto de Moraes foi acompanhado por unanimidade pelos outros ministros, incluindo a ministra Cármen Lúcia, que votou sem apresentar um voto escrito. O ministro Flávio Dino, por sua vez, acrescentou um voto escrito, afirmando que a vigília representava uma ameaça à ordem pública e colocando em risco os moradores da região.

A defesa de Bolsonaro alegou “confusão mental” devido à interação dos medicamentos que ele estava tomando, mas o pedido de prisão domiciliar foi rejeitado. O ex-presidente, que já foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por envolvimento em tentativas de golpe de Estado e organização criminosa, ainda pode recorrer da decisão, mas os primeiros recursos foram rejeitados.

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Além disso, a Primeira Turma do STF também rejeitou novos embargos de declaração, que são recursos usados para esclarecer dúvidas ou lacunas nas decisões judiciais, e a possibilidade de apelar com embargos infringentes, que poderiam reverter a condenação, foi limitada pela jurisprudência do Supremo. A prisão preventiva de Bolsonaro segue, portanto, mantida.

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