A ruptura do tendão de Aquiles é uma lesão súbita que afeta o tendão que conecta os músculos da panturrilha ao calcanhar. Pode ser parcial ou total.
Geralmente ocorre durante atividades físicas, como esportes que envolvem movimentos rápidos. A lesão exige atenção médica imediata para uma recuperação eficaz.
Reconhecer os sinais e buscar tratamento adequado são passos cruciais para evitar complicações.
Sintomas da ruptura do tendão de Aquiles
Quando o tendão se rompe, a pessoa pode sentir uma dor intensa atrás do tornozelo. Muitas vezes, há um estalo audível no momento da lesão.
Sinais e dificuldades comuns
Outros sintomas incluem:
- Dificuldade para empurrar o pé ou ficar na ponta dos dedos.
- Inchaço e hematomas próximos ao calcanhar.
- Sensibilidade ao toque na área afetada.
Em alguns casos, é possível perceber uma lacuna no tendão, o que sugere uma ruptura. Esses sinais servem como alerta para buscar avaliação profissional sem demora.
Diagnóstico da lesão
O diagnóstico de uma ruptura do tendão de Aquiles é geralmente feito pelo ortopedista. Ele realiza um exame físico detalhado que avalia a região do tornozelo e a capacidade de movimentar o pé.
Teste de Thompson e exames de imagem
O médico pode realizar o teste de Thompson. Consiste em apertar a panturrilha enquanto a pessoa está deitada de barriga para baixo. Se o pé não se movimentar, isso indica que o tendão de Aquiles está rompido.
Embora muitas vezes o exame físico seja suficiente, exames de imagem podem ser usados para confirmar a ruptura. A ultrassonografia ou ressonância magnética determinam sua extensão.
É importante que o diagnóstico e o início do tratamento ocorram rapidamente. Idealmente, nas primeiras 48 horas, para que a recuperação seja mais eficaz.
Causas e fatores de risco
O rompimento do tendão de Aquiles pode ocorrer por movimentos rápidos. São exemplos arrancadas, paradas bruscas e mudanças de direção rápidas, como acontece no futebol, basquete e tênis.
Mecanismos de lesão e condições associadas
Outra causa comum é dobrar o tornozelo bruscamente para cima. Isso pode acontecer ao tropeçar em um degrau, descer escadas ou pisar em um buraco.
Além disso, tendinites de repetição podem enfraquecer o tendão ao longo do tempo. Isso aumenta a chance de ruptura.
Fatores como obesidade, diabetes e artrite também podem favorecer a lesão. O uso frequente de certos antibióticos ou injeções de corticosteroides é outro fator de risco.
Tratamento e recuperação
Em casos de ruptura parcial, normalmente não é necessária cirurgia. O tendão consegue se regenerar. Ainda assim, a fisioterapia é indicada para recuperação da força.
Já nas rupturas totais, a cirurgia é necessária. No entanto, a fonte não detalhou os procedimentos cirúrgicos específicos ou os tempos exatos de recuperação para cada tipo de tratamento.
O que ainda não está claro
A fonte também não forneceu informações sobre taxas de sucesso ou possíveis complicações associadas às intervenções. Por isso, é essencial seguir as orientações médicas individualizadas para cada caso.


















