ALEP aprova projeto que reconhece Vila Velha como patrimônio histórico e cultural do Paraná
O Parque Estadual de Vila Velha se destaca por suas formações areníticas, furnas e lagoas, características únicas no país e amplamente estudadas por pesquisadores

A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou nesta semana o projeto de lei 1165/2025, de autoria do deputado estadual Marcelo Rangel (PSD), que reconhece o Parque Estadual de Vila Velha como Patrimônio Histórico e Cultural do Estado.
Localizado em Ponta Grossa, o parque é um dos principais cartões-postais naturais do Paraná. Com a nova legislação, o espaço passa a ter reconhecimento formal por sua relevância ambiental, geológica, paisagística, turística e científica.
Segundo o parlamentar, a medida reforça o papel estratégico do parque tanto na preservação ambiental quanto na valorização cultural e histórica do estado. O reconhecimento também abre caminho para que o Poder Executivo desenvolva ações específicas e amplie parcerias com instituições públicas e privadas, incluindo a concessionária responsável pela gestão do local.
De acordo com Marcelo Rangel, o projeto representa um avanço na proteção do patrimônio natural paranaense e contribui diretamente para o fortalecimento da economia regional. “Estamos valorizando um dos maiores símbolos dos Campos Gerais, que une turismo, ciência e educação ambiental. É uma conquista que amplia a visibilidade do nosso estado e reforça o compromisso com a preservação para as futuras gerações”, afirmou.
O Parque Estadual de Vila Velha se destaca por suas formações areníticas, furnas e lagoas, características únicas no país e amplamente estudadas por pesquisadores. Esses elementos tornam o local uma referência nacional em estudos geológicos e ambientais.
Além da importância científica e ambiental, o projeto também destaca o impacto do parque na economia local, especialmente por meio do turismo. A valorização institucional do espaço tende a impulsionar ainda mais o desenvolvimento regional, fortalecendo a identidade cultural dos Campos Gerais.
A proposta está alinhada ao princípio constitucional de proteção ao patrimônio cultural e busca garantir que o parque continue sendo preservado e acessível para as próximas gerações. (Com assessoria)
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