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Alex destaca falta de eficácia e tranquiliza torcida após empate

Técnico do Operário minimiza pressão e foca recuperação para jogo contra Atlético Goianiense.

Técnico do Operário minimiza pressão e foca recuperação para jogo contra Atlético Goianiense
Coletiva OFEC
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Após o empate por 1×1 contra o CRB na noite desta quinta-feira (17), o técnico do Operário Alex concedeu entrevista coletiva e avaliou o desempenho da equipe, as substituições feitas e a reação da torcida durante o jogo no estádio.

Alex explicou que as mudanças no segundo tempo foram estratégicas para explorar melhor o lado direito do campo. “O Breno tem uma característica diferente do Alano, é mais de um para um, mais ataque de espaço. O Gabriel tem mais força de apoio do que o Diogo. A ideia foi preencher melhor o lado direito, já que o Bosquilha estava caindo por ali, e acredito que melhoramos nesse sentido”, disse o treinador.

Sobre o empate, Alex foi enfático ao apontar que o que faltou para a equipe foi eficácia. “Faltou eficácia no último passe, no chute e no cruzamento. Tivemos chances, tivemos chutes de fora com Boschilia, Neto e Pedro, e até duas bolas que bateram na trave. Fizemos um jogo equilibrado, o Elias praticamente não apareceu, mas nos faltou eficiência para definir e conquistar os três pontos.”

A respeito da reação da torcida, que vaiou a equipe ao final da partida, o técnico se mostrou compreensivo. “O torcedor é apaixonado, quer a vitória sempre. Entendo a insatisfação e vejo a vaia como um fator normal diante do resultado. O torcedor é o bem maior do clube e tem total direito de se expressar do jeito que quiser.”

Questionado sobre o peso desse resultado para o próximo jogo em casa, na terça-feira, contra o Atlético Goianiense, Alex minimizou. “Para mim, nenhum peso. Terça-feira espero que o torcedor compareça e incentive como hoje. Se achar que deve vaiar ou aplaudir, é um sentimento natural de quem ama o clube.”

O treinador também comentou o impacto do gol sofrido logo aos dois minutos e da expulsão do jogador Ademilson no segundo tempo. “O gol no início pouco interferiu, apesar dos alertas que fizemos para o começo da partida. Já a expulsão complicou, porque perdemos uma referência dentro da área e isso prejudicou bastante, principalmente nos últimos 25 minutos do jogo.”

Por fim, Alex revelou a conversa rápida que teve com os jogadores após o apito final. “Foi um papo simples, dizendo que o jogo acabou e que precisamos já começar a pensar no próximo desafio. Os jogadores estão desgastados, mas a recuperação precisa começar agora para estarmos prontos contra o Atlético.”

Com o empate, o Operário segue pressionado no Campeonato Brasileiro Série B, próximo da zona de rebaixamento, e busca reabilitação já na próxima rodada.

Com supervisão de Marcos Silva.

Diogo Laba
Autoria
Diogo Laba
Estagiário no Portal Boca no Trombone e estudante do 4º ano de Jornalismo na UEPG, atuo na produção de conteúdo jornalístico. Tenho interesse especial em jornalismo esportivo, área que venho explorando desde o início da graduação, unindo minha paixão pelo esporte e comunicação.
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