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Instituto Moriah em Castro diz que não concorda com decisão sanitária sobre interdição da UTI

Foi concedido prazo de 15 dias úteis para que o Instituto Moriah apresente um cronograma para realizar as adequações necessárias.

Instituto Moriah em Castro diz que não concorda com decisão sanitária sobre interdição da UTI
Foto: Divulgação
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Durante essa semana, após a inspeção da Vigilância Sanitária no Hospital Anna Fiorillo Menarim – Instituto Moriah, em Castro, resultou na interdição cautelar parcial dos 10 leitos da UTI. O documento divulgado com data de 27 de julho de 2026, revela grave comprometimento das condições mínimas de funcionamento e da segurança assistencial. Devido a isso, foi concedido prazo de 15 dias úteis para que o Instituto Moriah apresente um cronograma para realizar as adequações necessárias. Por outro lado, o município e o Estado que já se posicionaram sobre a situação, o Instituto Moriah disse que não concorda com a decissão sanitária.

O documento aponta que as irregularidades verificadas representam risco sanitário elevado, com potencial de comprometer a assistência prestada aos pacientes críticos internados […]. “Considerando que a proteção da saúde da população constitui dever de autoridade sanitária e que a permanência das irregularidades oferece risco iminente aos pacientes, fica determinada, como medida cautelar: a interdição cautelar parcial da UTI do hospital”. Com essa informação, a vigilância divulgou que “fica proibida a admissão de novos pacientes na unidade, permanecendo autorizada apenas a assistência aos pacientes atualmente internados, até que seja possível sua transferência segura ou a regularização das não conformidades, conforme avaliação da autoridade sanitária”. Além disso, detalha que se houver descumprimento da determinação, está sujeito para sanções administrativas, civis e penais.

Como o município e o Estado já se posicionaram sobre o caso (veja clicando aqui), o Instituto Moriah também encaminhou uma nota sobre o caso, qual também alegou a situação de salários. “Houve uma interdição cautelar e prazo para defesa. Nosso posicionamento é de propiciarmos os meios os quais são de nossa responsabilidade, e cobrar o município de que cumpra a responsabilidade que lhes cabe. Por outro lado, há um movimento social realizado pelos funcionários, o qual o Instituto Moriah não participa e não se opõe, pois é isolado, o movimento é dos funcionários que estão temendo por ficar sem salário em setembro, e os anos anteriores recebiam a primeira parcela do 13° até agosto, e neste ano não irão receber neste mês, e dificilmente em setembro, e temem por seus empregos”.

O Instituto não concordou com a decissão de interdição. “O objetivo do Instituto Moriah é de propiciar os meios para que nada disso ocorra, de forma institucional e realizar a defesa dentro dos ditames da lei, respeitamos as autoridades sanitárias, porém não concordamos com a decisão sanitária, porem nosso papel institucional e nos defender dentro do que o devido processo legal prevê. Ressalto que, respeitamos as instituições municipais, estaduais e federais de saúde, e sanitárias, respeitamos suas decisões, porém as que nos forem injustas, e forem pertinentes de se buscar a ampla defesa e o duplo grau de jurisdição, quiçá a apreciação do Poder Judiciário iremos usar o direito que nos cabe”.

Leia tamabém: UTI de Hospital em Castro tem interdição após inspeção da Vigilância Sanitária; veja posicionamentos

Matheus de Lara
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Matheus de Lara
Jornalista formado pelo Centro Universitário Santa Amélia (UniSecal) de Ponta Grossa. Graduado em dezembro de 2019, já trabalhou por dois anos em jornal impresso em conjunto com um portal de notícias. Atualmente exerce o cargo de jornalista no Portal Boca no Trombone, desde 13 de março de 2023.
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