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Policial

Júri condena mulher por assalto e homicídio de empresária em PG

O Tribunal do Júri de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, condenou por homicídio duplamente qualificado uma mulher que, junto com o marido – já condenado pelo mesmo crime –, matou uma empresária que tinha sido cúmplice do casal no roubo de um cofre. Os dois crimes (assalto e homicídio) ocorreram em 17 de dezembro de […]

Júri condena mulher  por assalto e homicídio de empresária em PG
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O Tribunal do Júri de Ponta
Grossa, nos Campos Gerais, condenou por homicídio duplamente qualificado uma
mulher que, junto com o marido – já condenado pelo mesmo crime –, matou uma
empresária que tinha sido cúmplice do casal no roubo de um cofre. Os dois
crimes (assalto e homicídio) ocorreram em 17 de dezembro de 2020.

O marido da é foi julgado e
condenado a 20 anos de reclusão.  José
Messias Paulino e sua esposa mataram a empresária Marlene Paula Acácio no final
de 2020. A esposa de Paulino, Vanderléa Vieira está presa e também foi
denunciada pelos mesmos crimes, mas entrou com um recurso e não foi a júri
juntamente com o marido.

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A última imagem de Marlene viva
foi registrada por câmeras de segurança no centro de Ponta Grossa.

Um vídeo mostrava a vítima
entrando em um carro. A Justiça aponta que o veículo era de José Messias
Paulino. O corpo de Marlene só foi encontrado quase um mês depois do crime, no
dia 5 de março de 2021, no Distrito de Uvaia.

Conforme a promotoria a vítima
desapareceu naquele dia, e as investigações da Polícia identificaram que ela
havia entrado no carro do casal. As apurações concluíram que os dois mataram a
empresária com o objetivo de assegurar a impunidade em relação ao roubo que os
três tinham feito na manhã do mesmo dia – o cofre seria de um parente da
vítima. Após o homicídio, a dupla escondeu o cadáver na zona rural do
município.

O Conselho de Sentença acatou
todas as teses apresentadas pelo MPPR, considerando as qualificadoras de crime
cometido à traição e para assegurar a impunidade de outro crime e também o
delito de ocultação de cadáver. A ré recebeu pena de 20 anos e 6 meses de
reclusão em regime inicial fechado. Ela está presa preventivamente e não poderá
recorrer em liberdade. O marido – e cúmplice – julgado em fevereiro, recebeu
pena de 20 anos e 2 meses de reclusão.

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Boca no Trombone
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