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Política

Líderes religiosos eleitos em 2026: quem são e cargos

Nas eleições de 2026, cinco líderes religiosos conquistaram vagas diretas no Legislativo: três assembleias estaduais e duas na Câmara Federal. Outros 43 ficaram como suplentes, totalizando 48 eleitos entre titulares e suplentes.

Líderes religiosos eleitos em 2026: quem são e cargos
Cúpula do Senado Federal e prédio do Congresso Nacional durante o amanhecer. — Foto: Pedro França/Agência Senado
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Nas eleições gerais realizadas no domingo (4), os eleitores brasileiros escolheram, diretamente, cinco líderes religiosos para ocupar assentos no Poder Legislativo. O levantamento considerou candidaturas cuja ocupação autodeclarada foi de “Sacerdote ou Membro de Ordem ou Seita Religiosa”, conforme as classificações do Tribunal Superior Eleitoral.

Além dos cinco eleitos diretamente, outros 43 líderes religiosos aparecem na lista de suplentes do Legislativo. Ou seja, dos 48 líderes religiosos eleitos para o Legislativo estadual e federal, 5 foram eleitos diretamente, e 43 ficaram na suplência.

Quem são os cinco eleitos diretos

Três candidatos foram eleitos para as assembleias estaduais: um em Goiás e dois em Santa Catarina. Outros dois foram eleitos para deputado federal, ambos pelo estado de Minas Gerais. São eles:

Apesar de ambos terem sido eleitos na mesma unidade federativa, Sergio Motta e Padre Pedro fazem parte de siglas de posicionamento político praticamente oposto. O mesmo aconteceu com Padre João e Lincoln Portela.

A fonte não detalhou os nomes completos dos eleitos, mas a distribuição por estado e cargo está clara. Essa configuração mostra a diversidade partidária entre os líderes religiosos eleitos diretamente.

Suplentes: 43 na lista de espera

🔎 Suplente é o candidato que não foi eleito, mas ficou na lista de espera do partido ou federação. Ele pode assumir a vaga caso um titular deixe o cargo, seja afastado ou passe a exercer outra função. Ou seja, os suplentes a deputado federal e estadual/distrital são suplentes do partido, e não de uma candidatura específica, como no Senado.

Dos 43 suplentes, 18 são de deputado federal e 25 são de deputado estadual ou distrital (21 estaduais e 4 distritais). Veja quem são abaixo:

Entre os líderes religiosos suplentes, prevalecem as candidaturas do PL (9), seguidos do União e Republicanos, com 6 suplentes cada. Essa predominância partidária reflete o peso dessas siglas na disputa proporcional.

Distribuição regional dos suplentes

Além disso, o Sudeste e o Nordeste juntos têm 24 dos 43 suplentes, mais da metade. O estado do Rio de Janeiro lidera, com 8 suplentes, seguido do Ceará, com 5, e do Distrito Federal e Santa Catarina, ambos com 4.

Essa concentração regional indica onde as candidaturas de líderes religiosos tiveram maior volume de votos, mesmo sem garantir a titularidade. A lista completa dos suplentes não foi divulgada pela fonte.

Comparação com a eleição de 2018

Já na eleição anterior, em 2018, o volume de candidaturas de líderes religiosos também foi superior ao de 2026. Com um total de 112 candidatos, 7 foram eleitos diretamente (5 deputados estaduais e 1 deputado federal). Houve 87 suplentes: 67 estaduais e 15 federais. Além disso, 3 líderes religiosos se candidataram ao Senado, mas nenhum deles foi eleito.

Os números mostram uma redução no total de candidatos e de eleitos diretos em 2026, mas um aumento proporcional na suplência. A fonte não detalhou as razões dessa variação.

Metodologia do levantamento

Para fazer este levantamento, o g1 levou em consideração as candidaturas cuja ocupação autodeclarada foi de “Sacerdote ou Membro de Ordem ou Seita Religiosa”, conforme as classificações do Tribunal Superior Eleitoral.

Essa metodologia permite identificar com precisão os candidatos que se apresentaram como líderes religiosos, independentemente do partido ou cargo disputado. O recorte abrange apenas as eleições proporcionais para o Legislativo federal e estadual/distrital.

Com a posse dos eleitos e a possível convocação de suplentes, o cenário político pode sofrer alterações nos próximos anos. Acompanhe no Boca no Trombone as atualizações sobre o desempenho desses representantes religiosos no Congresso e nas assembleias.

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