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Ponta Grossa instala armadilhas contra a dengue em bairros antes do verão

A Prefeitura de Ponta Grossa começou a instalar armadilhas contra a dengue em Ponta Grossa como parte de um plano estratégico de combate antecipado à doença. A ação, coordenada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), busca mapear a presença do mosquito Aedes aegypti antes do aumento das temperaturas, quando os casos costumam crescer significativamente. As […]

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Foto: Henry Milléo/PMPG
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A Prefeitura de Ponta Grossa começou a instalar armadilhas contra a dengue em Ponta Grossa como parte de um plano estratégico de combate antecipado à doença. A ação, coordenada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), busca mapear a presença do mosquito Aedes aegypti antes do aumento das temperaturas, quando os casos costumam crescer significativamente.

As chamadas ovitrampas, armadilhas de oviposição, são dispositivos utilizados para atrair fêmeas do mosquito e coletar seus ovos, permitindo análises laboratoriais que indicam o nível de infestação em cada região da cidade. O trabalho está sendo realizado com apoio das agentes comunitárias de saúde, que fazem visitas domiciliares para orientar os moradores e instalar os equipamentos de forma segura.

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Segundo o diretor de Vigilância em Saúde da FMS, Cleiber Flores, a participação da população é fundamental para o sucesso da iniciativa. Ele reforça que as armadilhas não oferecem risco aos moradores e são instaladas apenas com autorização. A abordagem direta também serve para esclarecer dúvidas e reforçar a importância da prevenção contínua.

Nesta primeira etapa, regiões como Vila DER, Jardim Paraíso, Vila Odete, Núcleo Pitangui, Lagoa Dourada, Santa Maria, Vila Cipa, Bonsucesso, São José, Santa Terezinha, Núcleo Rio Verde e o distrito de Guaragi já receberam as armadilhas. A expectativa da Prefeitura é que, até o final de janeiro, todos os bairros de Ponta Grossa estejam incluídos no mapeamento.

O coordenador do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Leandro Inglês, explica que a estratégia permite identificar áreas com maior circulação do mosquito e agir de forma mais eficaz, direcionando ações de limpeza, orientação e controle.

As armadilhas são instaladas em locais sombreados, protegidos da chuva e a até 1,5 metro do chão. Elas contêm uma mistura de água e atrativo à base de levedo, capaz de atrair mosquitos em um raio de até 300 metros. Após sete dias, a palheta com os ovos é recolhida e analisada no CCZ, iniciando um novo ciclo após um período de pausa.

*Com informações da assessoria

Yuri Silva
Autoria
Yuri Silva
Sou formado em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Sou jornalista do portal BnT. Possuo aptidão em comunicação textual, verbal e afins. Possuo um apreço especial pelo jornalismo esportivo. Faço parte da equipe do BnT Esporte Clube.
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