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Economia

Toffoli manda PF ouvir executivos do caso Master e BC

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Polícia Federal ouça executivos investigados no caso Master e dirigentes do Banco Central. As oitivas, que podem ser presenciais ou por videoconferência, buscam esclarecer denúncias sobre suposta fabricação de títulos. A medida é considerada urgente para o sucesso das investigações e a proteção do sistema financeiro.

Toffoli manda PF ouvir executivos do caso Master e BC
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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) ouça executivos investigados no caso envolvendo o Banco Master e também dirigentes do Banco Central. A decisão foi tomada após a Justiça Federal de Brasília enviar as investigações ao Supremo.

O objetivo é esclarecer denúncias sobre supostas irregularidades financeiras. Toffoli ainda estabeleceu que novas decisões judiciais de primeira instância e do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) sobre o caso precisam de sua aprovação.

Objetivo dos depoimentos

Os depoimentos buscam esclarecer, em detalhes e com apresentação de documentos, as denúncias em apuração. Além disso, foi determinada a oitiva de dirigentes do Banco Central sobre questões de sua atribuição envolvendo as atividades do Banco Master.

Escopo das investigações

Essa etapa é crucial para entender o alcance das investigações, incluindo possíveis desdobramentos envolvendo outras instituições financeiras. A fase de coleta de informações busca trazer clareza aos fatos sob análise.

Como as oitivas ocorrerão

As oitivas poderão ocorrer por videoconferência ou presencialmente em uma das salas de audiência localizadas do STF. Elas deverão ser gravadas e acompanhadas pelos juízes auxiliares do ministro.

Participação do Ministério Público

Toffoli pediu para que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, indique um nome para acompanhar os depoimentos. Essa medida garante a presença do Ministério Público no processo, assegurando transparência e legalidade.

Diligências urgentes em andamento

Da análise preliminar dos documentos verifica-se a absoluta necessidade da realização de diligências urgentes. Essas ações são necessárias para o sucesso das investigações.

Proteção do sistema financeiro

As diligências também servem como medida de proteção ao Sistema Financeiro Nacional e às pessoas que dele se utilizam. A PF poderá pedir informações necessárias de órgãos públicos ou de empresas, ampliando o escopo da apuração.

O que está sendo investigado

A suspeita é que o Master tenha fabricado títulos que não existiam para justificar uma transferência de R$ 12,2 bilhões do Banco de Brasília (BRB) entre janeiro e maio de 2025.

Desenvolvimentos do caso

Um dos envolvidos, Vorcaro, chegou a ser preso em 17 de novembro, mas foi solto pouco depois. Esses fatos levaram a Justiça Federal de Brasília a enviar as investigações sobre o banco Master ao STF, centralizando a análise no Supremo.

O caso segue em desenvolvimento, com novas etapas previstas conforme as oitivas avançam. As próximas decisões dependerão dos esclarecimentos obtidos.

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