Trote realizado por alunos da UEPG viraliza; universidade é contra ação

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Matheus de Lara
Matheus de Lara
Jornalista formado pelo Centro Universitário Santa Amélia (UniSecal) de Ponta Grossa. Graduado em dezembro de 2019, já trabalhou por dois anos em jornal impresso em conjunto com um portal de notícias. Atualmente exerce o cargo de jornalista no Portal Boca no Trombone, desde 13 de março de 2023.
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Circula pelas redes sociais trote de estudantes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). No vídeo é possível observar uma multidão de estudantes de alguns cursos que se aglomeravam e gritavam palavras, perto de bares na região de Uvaranas. O trote aconteceu na semana passada, em dia que era recebido os novos alunos de diversos cursos realizados no campus, e alguns dos acadêmicos foram obrigados a ficarem ajoelhados e ingerir bebida alcoólica.

A reportagem do portal BnT Online recebeu esses vídeos e um dos nossos leitores, apontou que ‘os gritos de guerra’ não condiz com uma educação universitária. Em contato com a assessoria da universidade para saber os motivos que levaram os estudantes a realizarem o trote, a universidade descreveu por e-mail, que ao identificar o trote do lado de fora do campus, disse que não conseguiu agir, e precisou acionar a Polícia Militar, Conselho Tutelar, Patrulha Escolar e Guarda Municipal para dispensar os alunos.

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A UEPG também esclarece que é totalmente contra o trote dentro e fora da instituição, conforme proíbe a Lei Municipal nº 10.242/2010, e que a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE) divulgou nas redes sociais da universidade vídeo de orientação à comunidade acadêmica sobre o a conscientização que o estudante deve ter.

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Entretanto, a UEPG explica que durante o ano a universidade desenvolve campanhas voltadas aos veteranos contra trote.

Na recepção, realizada nos dias 9 e 10 de março, a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis orientou os calouros sobre a denúncia e a não submissão a práticas abusivas, degradantes ou violentas, disse a UEPG.

Sobre se havia outros cursos envolvidos no trote, se há alguma punição que o estudante pode ter, de quem foi responsável por fazer a ação e se durante a ação houve briga, a universidade não respondeu essas questões.

Veja vídeo

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