Câmara pode aprovar isenção tributária ampliada para igrejas

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Uma proposta que amplia a imunidade tributária de entidades religiosas está na pauta da Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 29. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 5/2023 será discutida em comissão especial e, se aprovada, seguirá para votação no plenário.

O caminho da PEC 5/2023 no Congresso

A proposta foi analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em setembro de 2023. A relatoria foi de Daniela do Waguinho (União Brasil-RJ), ex-ministra do Turismo.

Com parecer favorável na comissão especial, o texto segue para apreciação no plenário da Casa. O rito segue as regras para emendas constitucionais.

Votação e apoio parlamentar

No plenário, a PEC precisa de 304 votos para ser aprovada, o que é chamado de maioria absoluta. Atualmente, a medida já acumula 333 apoios, conforme a lista de signatários disponível.

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Após o aval da Câmara, a proposta deve ser aprovada no Senado para entrar em vigor. A PEC dispensa a sanção presidencial.

Origem e responsabilidades da proposta

A medida partiu de Robinson Barreirinhas, secretário especial da Receita. A Receita é órgão subordinado ao Ministério da Fazenda.

Isso coloca a discussão no âmbito da política fiscal federal. A responsabilidade resvalou em todo o governo federal, indicando alcance amplo nas esferas de poder.

Próximos passos e expectativas

Com a discussão marcada para esta terça-feira, a comissão especial avaliará os méritos da proposta. Se aprovada nessa etapa, a PEC seguirá para o plenário.

O quórum necessário parece estar garantido pelos 333 signatários. No entanto, a votação final ainda depende da mobilização dos deputados no dia.

Tramitação no Senado

Após a Câmara, o texto precisa passar pelo Senado. Lá também exigirá maioria qualificada para sua ratificação.

Esse processo pode levar tempo, mas a dispensa de sanção presidencial agiliza a entrada em vigor, caso aprovada. A fonte não detalhou prazos exatos para as próximas etapas.

Impacto e contexto da medida

A ampliação da imunidade tributária para entidades religiosas pode ter efeitos significativos na arrecadação. O tratamento fiscal dessas organizações também será afetado.

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Embora a proposta já conte com amplo apoio, sua implementação prática ainda demandará regulamentação específica. O debate público sobre o tema tende a ganhar força com o avanço da tramitação.

Discussão crucial

A discussão desta terça-feira será crucial para definir o ritmo da proposta nos próximos meses. Com a base de apoio já consolidada, a expectativa é de que a PEC avance rapidamente.

Eventuais obstáculos podem surgir durante a análise técnica. A fonte não detalhou quais seriam esses possíveis entraves.

Fonte

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