Expulsão de professor da UEPG por assédio é repercutida na Assembleia Legislativa

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O caso de expulsão de um professor de Economia da UEPG foi repercutido pelos parlamentares da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) em sessão na tarde desta terça-feira (22).

A deputada Mabel Canto (PSDB) expôs o caso em tribuna para os deputados estaduais e ressaltou que, além deste caso, outras 11 denúncias de assédio na universidade estão sendo investigados. “Casos como estes devem ser emblemáticos, para nós lembrarmos do que todas as mulheres são submetidas todos os dias, por conta do machismo e de toda a violência que vem acontecendo, seja física, psicológica e sexual, só pelo fato de ser mulher”, disse.

Mabel também cobrou dos parlamentares uma maior agilidade na aprovação de projetos propostos pela Bancada Feminina da ALEP contra a violência e o assédio de mulheres no Paraná.

O líder do governo Hussein Bakri (PSD) também mostrou indignação com o caso. “Abominável, absurdo, não dá para entender. E ainda diz que não está bom [o professor acusado se defendeu no caso dizendo que estaria com problemas psicológicos], imagina se estivesse o que não faria. Tomara que fique atrás das grades”, comentou.

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A UEPG também se pronunciou em nota sobre o caso: A Universidade Estadual de Ponta Grossa esclarece que, no dia 03 de março de 2023, o processo administrativo do professor Luciano Ribeiro Bueno foi analisado pelo Conselho Universitário (COU), composto por estudantes, professores, diretores de setor, servidores e representantes da comunidade, do Governo do Estado, do Município e de professores aposentados da instituição. O COU decidiu por unanimidade pela demissão. Após isso, o processo foi encaminhado para decisão final, que cabe ao Governador do Estado.

Relembre o caso:

A demissão de Luciano Ribeiro Bueno foi publicada no Diário Oficial do Paraná em 9 de agosto deste ano, mas a denúncia original foi feita pela estudante em julho de 2022. A aluna relatou que o professor enviou mensagens com conteúdo sexual através do WhatsApp, incluindo mensagens escritas, áudios e vídeos. A sequência de conversas teria começado com uma oferta de ajuda acadêmica por parte do professor.

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