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Política

Prefeito tiktoker é afastado do cargo em Sorocaba após operação da PF

O prefeito Rodrigo Manga (Republicanos) foi afastado do cargo em Sorocaba, interior de São Paulo, por decisão judicial no âmbito da operação Copia e Cola, conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura suspeitas de irregularidades em contratos da área da saúde firmados pela Prefeitura. O afastamento foi anunciado pelo próprio Manga em suas redes sociais. […]

prefeito de sorocaba
Foto: Divulgação/Câmara Municipal de Sorocaba
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O prefeito Rodrigo Manga (Republicanos) foi afastado do cargo em Sorocaba, interior de São Paulo, por decisão judicial no âmbito da operação Copia e Cola, conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura suspeitas de irregularidades em contratos da área da saúde firmados pela Prefeitura.

O afastamento foi anunciado pelo próprio Manga em suas redes sociais. Em vídeo gravado de Brasília, o político afirmou que a decisão ocorreu um dia depois de ele ter visitado o Palácio da Justiça e o Congresso Nacional. “Acredite se quiser, me afastaram do cargo de prefeito. (…) O que a gente ouve de bastidores é que estão tentando tirar do jogo qualquer um que ameaça a candidatura deles. Gente, não deu outra”, declarou o prefeito.

Rodrigo Manga é conhecido nacionalmente por sua forte presença nas redes sociais. Ele soma mais de 3,8 milhões de seguidores no Instagram e 3,3 milhões no TikTok, o que lhe rendeu o apelido de “prefeito tiktoker”. Mesmo com o afastamento, ele disse que pretende “não desistir de Sorocaba nem do Brasil” e prometeu atualizar seus seguidores sobre o andamento do caso.

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De acordo com nota oficial da Polícia Federal, a operação cumpriu dois mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (6). A Justiça também determinou o sequestro de bens de investigados, somando cerca de R$ 6,5 milhões, além da suspensão de função pública e proibição de contato entre envolvidos.

Os suspeitos poderão responder por crimes como corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitação, lavagem de dinheiro e contratação direta ilegal. O caso é um desdobramento da primeira fase da operação Copia e Cola, iniciada em abril, que buscava desarticular um grupo suspeito de desviar recursos da saúde por meio de convênios e contratos emergenciais.

Em maio, Manga já havia se tornado réu por improbidade administrativa, acusado de superfaturar a compra de lousas digitais no valor de R$ 11 milhões. Ele também é investigado por supostamente receber propina de uma organização social responsável pela gestão de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Informações: Metrópoles

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