Seis políticos brasileiros permanecem em Israel após ataque que deixou oito mortos
Grupo está abrigado em local reforçado em Tel Aviv; 12 autoridades já deixaram o país após escalada de violência

Seis autoridades públicas brasileiras continuam em Israel nesta segunda-feira (16), mesmo após um ataque com mísseis e drones que matou pelo menos oito pessoas e feriu centenas em Tel Aviv e outras regiões.
O grupo que permanece no país, presente desde o início da feira MuniExpo em Tel Aviv (9 de junho), não integrou o comboio que deixou Israel pela fronteira com a Jordânia nos primeiros dias desta semana. O ataque desta segunda foi parte de uma série de ataques iranianos, que dispararam mais de 100 mísseis, alguns dos quais ultrapassaram o sistema de defesa israelense — incidência que resultou também em danos leves à sede de embaixadas .
As autoridades ainda no país estão abrigadas em uma instalação reforçada em Tel Aviv, onde seguem protocolos rigorosos de segurança: ao soar das sirenes, elas se refugiam em bunkers subterrâneos, conforme assessoria da vice‑prefeita de Florianópolis, Maryanne Mattos.
A lista dos gestores que permanecem em Israel é composta por:
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Dilermando Garcia Ribeiro Júnior – Secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Aracaju (SE)
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Maryanne Terezinha Mattos – Vice‑prefeita e Secretária de Segurança Pública de Florianópolis (SC)
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Paulo Rogério Rigo – Secretário de Proteção Civil de Joinville (SC)
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Alexandre Augusto Aragon – Secretário de Segurança Pública de Porto Alegre (RS)
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Verônica Pereira Pires – Secretária de Inovação, Sustentabilidade e Projetos Especiais de São Luís (MA)
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Vanderlei Pelizer Pereira – Vice‑prefeito de Uberlândia (MG)
Ainda nesta segunda, um grupo de 12 políticos brasileiros deixou Israel em embarcação para a Jordânia, seguida por voo particular ao Brasil — operação coordenada pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente do Grupo Parlamentar Brasil-Israel. O senador disse que nos próximos dias pretende organizar a retirada de outras 35 pessoas convidadas para o evento.
O ataque desta segunda intensifica os riscos da permanência no país, em meio a uma escalada da tensão entre Irã e Israel. Especialistas alertam que os governos seguem atentos a novos confrontos, o que torna a operação de retorno uma prioridade diplomática.
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